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Lula admite ter cogitado romper relações com Israel

Lula admite ter avaliado romper relações com Israel por Gaza, mas opta pela cautela; critica Netanyahu e mantém ligações históricas entre os dois países

Eu pensei em romper, mas é preciso ter cuidado para não tomar uma decisão precipitada”, disse
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  • Lula afirmou ter avaliado romper as relações diplomáticas do Brasil com Israel, por causa da atuação de Israel na Faixa de Gaza.
  • A decisão foi considerada, mas o presidente disse que optou pela cautela e para não tomar uma decisão precipitada.
  • Ele criticou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, dizendo que está “fora da linha” e que não tem “nada de humanismo” na cabeça.
  • Lula ressaltou a diferença entre o governo israelense e a população do país, destacando que há quem não concorde com Netanyahu.
  • O presidente lembrou as relações históricas do Brasil com Israel e citou a importância do diálogo e do respeito ao direito internacional para o conflito.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em entrevista publicada neste 14 de abril de 2026 que chegou a considerar romper relações diplomáticas com Israel, em função da atuação do governo israelense na Faixa de Gaza. A declaração foi veiculada por sites como Brasil 247, Revista Fórum e DCM.

Segundo Lula, a possibilidade foi analisada diante do atual cenário no conflito, mas ele optou pela cautela para evitar uma decisão precipitada.

O presidente criticou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, alegando que a atuação dele dificulta avanços em acordos de paz. Lula afirmou que Netanyahu está fora da linha e que não há humanismo em suas ações, segundo a narrativa apresentada.

Lula destacou a necessidade de diferenciar o governo israelense da população do país, ressaltando que há brasileiros que discordam de Netanyahu. O presidente lembrou que o Brasil mantém relações históricas com Israel e reconhece a importância da comunidade judaica.

Ao longo da fala, o presidente insistiu que qualquer decisão de política externa deve considerar esse contexto e enfatizou a demanda por soluções baseadas no diálogo e no direito internacional.

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