- O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que o presidente Donald Trump quer um acordo com o Irã para que o povo iraniano progrida.
- Segundo Vance, os EUA negociam para que o Irã não tenha armas nucleares e que o cessar-fogo seja mantido, com acesso do Irã à economia global dependendo das demandas atendidas pelo país.
- Ele ressaltou que a desconfiança entre Estados Unidos e Irã não se resolve da noite para o dia.
- Os comentários foram feitos durante um evento da Turning Point USA na University of Georgia.
- Vance também comentou sobre inflação no setor imobiliário, dizendo que imóveis valorizaram sob o governo Biden e citando medidas de controle de fronteiras.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou nesta terça-feira que o presidente Donald Trump realmente busca um acordo com o Irã, com a meta de promover o progresso do povo iraniano. Segundo Vance, Washington negocia para impedir que o Irã desenvolva armas nucleares, mantendo o cessar-fogo vigente. A ideia seria abrir caminho para a participação do Irã na economia global.
Ele ressaltou que a desconfiança entre Estados Unidos e Irã não se resolve rapidamente, reforçando que o processo exige tempo e compromissos de ambas as partes. O comentário ocorreu durante participação no evento Turning Point USA, na University of Georgia.
Negociações com o Irã
Durante o mesmo discurso, Vance mencionou que, caso o Irã aceite determinadas demandas, haveria maior integração econômica. A fala reiterou a narrativa de que negociações visam evitar a proliferação nuclear e facilitar o acesso iraniano a estruturas de mercado globais.
Realidade doméstica
Vance também comentou sobre inflação no setor imobiliário dos EUA, afirmando que valores de imóveis subiram significativamente no governo Biden. Segundo ele, parte dessa alta estaria relacionada ao fluxo de estrangeiros no país e ao controle de fronteiras.
Perspectivas sobre políticas de fronteira
O político descreveu medidas contemporâneas para restringir a aquisição de imóveis por estrangeiros, associando-as à defesa do sonho americano. O comentário apareceu em tom de defesa de políticas de acesso ao mercado imobiliário para residentes norte-americanos.
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