- Donald Trump afirmou à ABC News que não estava preocupado com a derrota de Viktor Orbán na Hungria.
- O ex-presidente disse que gosta do primeiro-ministro eleito, Peter Magyar, e o descreveu como “bom homem” que fará um “bom trabalho”.
- Trump mencionou que não tinha certeza se sua presença na Hungria, em vez do vice-presidente, JD Vance, poderia alterar o resultado da campanha.
- Orbán perdeu o poder após 16 anos, com Magyar assumindo em meio a números recordes de apoio a uma política pró-União Europeia.
- O ex-primeiro-ministro húngaro era apoiado por Trump antes da votação, inclusive com discurso em evento de campanha na Hungria.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou a um jornalista da ABC News que não estava preocupado com a derrota de Viktor Orbán na Hungria e que tinha apreço pelo primeiro-ministro eleito, Peter Magyar. A declaração foi dada durante entrevista realizada na terça-feira, 14 de junho, segundo a televisão.
Trump disse que acredita que o novo chefe de governo fará um bom trabalho e que Orbán é um homem bom. O mandatario também mencionou que não tinha certeza se teria feito diferença caso tivesse ido à Hungria para campanha em favor de Orbán, em vez de o Vice-Presidente anunciar apoio ao candidato no palco.
Antes da votação, Trump já havia apoiado Orbán, incluindo uma ocasião em que discursou em um comício na Hungria. A derrota encerra um mandato de 16 anos de Orbán, com a liderança de uma política pró-EU disputada pelo rival de centro-direita Peter Magyar, que chegou ao poder com fortes expectativas de mudança.
Contexto político na Hungria
A eleição consolidou Magyar como opositor ao bloco liderado por Orbán, ampliando o debate sobre a direção da política italiana na UE e as relações com a União Europeia. A vitória de Magyar foi marcada por números expressivos nas urnas, refletindo a estratégia pró-EU adotada pelo adversário.
A participação internacional considerou o pleito como referência para o equilíbrio entre políticas nacionalistas e laços com a UE. As consequências da eleição ainda estão em avaliação entre analistas e governos parceotes.
Repercussão internacional
A reação de Washington aos resultados busca entender impactos na relação entre os dois países e o alinhamento em temas econômicos e de segurança na região. Autoridades brasileiras acompanharam de perto o desfecho e as leituras sobre suas implicações para o cenário europeu.
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