- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a tensão com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, não atrapalhará a visita de Estado do rei Charles III ao fim de abril.
- Charles III fará sua primeira visita aos EUA como monarca, ao lado da rainha Camilla, com compromissos em Washington, Nova York e Virgínia para marcar o 250º aniversário da independência americana.
- Trump elogiou Charles como “grande cavalheiro” e “amigo” durante entrevista à Sky News, logo após o Palácio de Buckingham confirmar a viagem.
- A relação entre Trump e Starmer é tensa desde a recusa britânica de permitir o uso de bases militares no território para ações contra o Irã, em meio a controvérsias com a Otan.
- Trump afirmou que o Reino Unido não esteve presente quando precisava e sinalizou que o acordo comercial entre EUA e Reino Unido pode ser alterado.
Donald Trump afirmou que a tensão com o premiê britânico Keir Starmer não atrapalhará a visita de Estado do rei Charles III aos Estados Unidos, prevista para o fim de abril. Em entrevista à Sky News, o ex-presidente elogiou Charles como um grande cavalheiro e amigo.
O Palácio de Buckingham confirmou os detalhes da viagem, que levará Charles III e a rainha Camilla a Washington, Nova York e Virgínia. A visita também marcará o 250º aniversário da independência norte-americana, com compromissos de alto nível previstos em várias cidades.
Questionado sobre a relação com Starmer, Trump manteve o tom seguro de que a visita real não seria afetada pela tensão política entre os dois países. A tensão externa é vista em meio a críticas do presidente aos rumos da Otan e às relações com a guerra no Irã.
O desgaste entre Washington e Londres aparece em meio a divergências sobre o envolvimento militar em operações contra o Irã. O Reino Unido tem se recusado a apoiar ações ofensivas, o que influenciou a percepção de aliança entre os dois países.
Em outra aposta retórica, Trump comentou a decisão britânica de restringir a exploração de petróleo no Mar do Norte, apontando que, para ele, esse movimento foi um erro estratégico do governo trabalhista. O ex-presidente destacou ainda que os contratos comerciais entre EUA e Reino Unido podem ser ajustados.
O norte-americano frisou que o Reino Unido já não esteve presente em momentos em que Washington precisou, segundo ele, e sinalizou que o acordo comercial existente pode sofrer alterações. A declaração reforça a leitura de que relações entre as duas nações permanecem em negociação.
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