- Aeroportos de quinze países da União Europeia relatam atrasos de até três horas no controle de fronteira por causa do novo sistema eletrônico de entrada e saída (EES).
- Quiosques automáticos costumam não funcionar e há falta de funcionários nos controles, deixando passageiros esperando.
- Administradoras pedem opção de suspender o registro de passageiros em horários de pico para tentar reduzir os atrasos.
- O EES entrou em vigor totalmente na sexta-feira, 10, e passou a exigir registro de dados pessoais e biométricos de viajantes de países fora da UE na primeira entrada no bloco.
- Representantes de aeroportos e da Comissão Europeia se reuniram; a Associação Internacional de Aeroportos pede extensões de isenções e a suspensão total das verificações, citando problemas técnicos e de TI ainda persistentes.
Aeroportos da União Europeia registram atrasos de até três horas nos controles de fronteira com o novo sistema eletrônico de fronteiras, o EES. A crise afeta 15 países e alcança tanto aeroportos regionais quanto hubs, em meio a tensões já presentes no setor de aviação.
O problema é causado por falhas nos quiosques automáticos, deficiência de pessoal nos postos de controle e interrupções no sistema central de TI do EES. Dados apontam que muitos terminais ainda operam apenas com informações pessoais, sem biometria, agravando a demora dos passageiros.
Representantes de aeroportos e da Comissão Europeia discutiram a situação e a ACI pediu a extensão de isenções existentes ou a suspensão temporária das verificações em horários de pico. O objetivo é evitar interrupções maiores durante o aumento do tráfego no verão.
Desafios operacionais e pedidos de flexibilização
Otimizar a disponibilidade de quiosques e reforçar equipes são itens centrais das quedas de desempenho relatadas. Administradores pedem ainda a garantia de funcionamento adequado do sistema central de TI que sustenta o EES, para reduzir atrasos repetidos e evitar impactos em operações e conectividade.
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