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Ataque russo com 700+ mísseis e drones deixa 17 mortos na Ucrânia

Ataque russo com mais de setecentos mísseis e drones deixa 17 mortos e 115 feridos, atingindo Kiev e outras regiões e elevando a demanda por defesa aérea eficaz

Ataque massivo russo deixa ao menos 14 mortos na Ucrânia | Divulgação/governo da Ucrânia
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  • Rússia lançou ataque massivo contra a Ucrânia na madrugada, com 703 mísseis e drones; 667 foram abatidos pelos sistemas de defesa.
  • Ao todo, 17 pessoas morreram e 115 ficaram feridas; em Kiev, 4 mortes foram registradas, incluindo um menino de 12 anos, e 54 ficaram feridas.
  • Em Odessa, o número de óbitos é de 8; em Dnipropetrovsk, 3; na região de Kherson, 2 óbitos e 11 feridos.
  • O ataque ocorre durante a busca de Zelensky por reforços na defesa aérea e encontros com aliados europeus, incluindo uma reunião com autoridades italianas.
  • Os EUA mantêm pressão por um acordo de paz; o progresso das negociações tem encontrado dificuldades, com menção de um cronograma definido por Trump para encerrar a guerra.

O governo ucraniano informou que um ataque russo massivo atingiu a Ucrânia na madrugada desta quinta-feira (16). Foram 703 mísseis e drones lançados, dos quais 667 foram interceptados pelos sistemas de defesa. Até o momento, há 17 mortos e 115 feridos.

Em Kiev, a capital, quatro pessoas morreram e 54 ficaram feridas. Em Odessa, o número de óbitos é oito, e em Dnipropetrovsk, três. Na região de Kherson, o chefe da administração regional, Oleksandr Prokudin, confirmou dois mortos e 11 feridos.

As ofensivas ocorreram enquanto o presidente Volodymyr Zelensky procura fortalecer a defesa aérea do país. Nos últimos dias, ele se reuniu com aliados europeus para discutir novos acordos militares. Na quarta, Zelensky manteve conversas com autoridades italianas, sobre cooperação em segurança na Ucrânia e na Europa.

Contexto internacional

Em meio à pressão dos EUA por um acordo de paz, Washington busca posição comum para as negociações com a Rússia. Em fevereiro, o ex-presidente Donald Trump apontou prazo até junho para encerrar o conflito, mas os bombardeios recentes dificultam o avanço das conversas.

O presidente Zelensky pediu aos parceiros internacionais que mantenham sanções contra a Rússia e reforcem o apoio à Ucrânia, argumentando que isso é essencial para a paz. A defesa aérea continua sendo prioridade nas avaliações do governo ucraniano.

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