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Bloqueio americano de portos iranianos deve durar o tempo necessário, afirma secretário de Defesa

Bloqueio naval aos portos iranianos entra em vigor; EUA dizem permanecer 'pelo tempo que levar' e prometem eliminar navios que desafiem, elevando preços de energia

Backdropped by ships in the Strait of Hormuz, damage caused by air strikes seen on a pier in the port of Qeshm island, 13 April, 2026
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  • Os EUA deram início, nesta segunda-feira, ao bloqueio naval dos portos iranianos no estreito de Hormuz, com o presidente Donald Trump avisando que navios de ataque que tentarem furar o cerco serão “eliminados”.
  • O governo americano afirma que impedirá toda navegação entrando ou saindo dos portos iranianos “enquanto for necessário”, conforme comentário do secretário de Defesa, Pete Hegseth, durante a quarta dia de aplicação da medida.
  • Hegseth afirmou que a Marinha dos EUA utiliza menos de dez por cento de seu poder naval para impor o bloqueio, destacando a destruição alegada da capacidade naval do Irã.
  • A flotilha dos EUA no Oriente Médio inclui dezesseis navios de guerra, entre eles onze destroyers, três navios de assalto anfíbio, um porta-aviões e um navio de combate litorâneo, dentro de uma força total de cerca de trezentos navios.
  • O bloqueio provocou alta nos preços de energia, com o chefe da Agência Internacional de Energia alertando que a Europa pode ter apenas cerca de seis semanas de combustível para jatos caso o bloqueio persista.

A bloqueio naval dos portos iranianos entrou em vigor na segunda-feira, com o governo dos EUA buscando impedir qualquer movimentação de embarcações no estreito de Hormuz. Navy e autoridades de defesa afirmam que a medida vale “o tempo que for necessário”.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse que a Marinha utiliza menos de 10% de seu poder naval para impor o bloqueio, que atinge todos os navios que cruzem para dentro ou fora dos portos iranianos. O objetivo é interromper o tráfego na região.

O comando militar dos EUA, chefiado pelo general Dan Caine, reiterou que a ofensiva vale para qualquer nacionalidade. A marinha norte-americana opera com 16 navios de guerra na região, dentro de um grupo de trabalho de cerca de 300 navios.

A medida já impacta o mercado global de energia, com a Agência Internacional de Energia alertando para o risco de desabastecimento. Especialistas estimam aumento de preços de combustível e energia caso o bloqueio se estenda por mais tempo.

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