- Pela primeira vez, o Brasil assume a presidência do comitê de tecnologia da ONU sobre mudança do clima.
- O órgão político central da Convenção do Clima promove o desenvolvimento, a transferência e a aceleração de tecnologias para enfrentar a emergência climática.
- O governo brasileiro quer colocar países em desenvolvimento como protagonistas, oferecendo soluções para o clima.
- As áreas prioritárias incluem digitalização, aplicações de inteligência artificial para a ação climática e tecnologias de baixo carbono.
- Uma das metas é incluir tecnologias indígenas e saber tradicional, além de soluções de alta tecnologia.
O Brasil assume pela primeira vez a presidência do comitê de tecnologia da ONU sobre mudança do clima, órgão central da Convenção do Clima. A função envolve promover o desenvolvimento, a transferência e a aceleração de tecnologias para enfrentar a emergência climática. A indicação ocorre em um momento de intensificação de esforços globais.
A prioridade brasileira é fomentar iniciativas em áreas estratégicas como digitalização, aplicações de inteligência artificial para a ação climática e tecnologias de baixo carbono. O objetivo é acelerar soluções que contribuam para reduzir emissões e adaptar atividades econômicas.
Protagonismo de países em desenvolvimento
O presidente escolhido é Pedro Ivo Ferraz da Silva, com a meta de ampliar a participação de países em desenvolvimento como provedores de soluções. O foco inclui também o reconhecimento de saberes tradicionais e tecnologias não apenas de alto nível.
A gestão enfatiza a busca por soluções diversas, incluindo tecnologias indígenas e saberes tradicionais, para atender às diferentes realidades regionais. O comitê atua na promoção de cooperação internacional e transferência de tecnologia entre nações.
Entre na conversa da comunidade