- Delegação brasileira composta por representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, do Ministério da Agricultura e Pecuária, do Ministério da Justiça e do Itamaraty participa de reunião em Washington para esclarecer a investigação da Seção 301 sobre práticas brasileiras ligadas a pagamentos digitais, incluindo o Pix, e ao comércio na rua 25 de Março.
- A reunião, que começou no dia 15 de abril, tem como objetivo fornecer explicações técnicas e jurídicas ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR).
- A investigação, aberta em 15 de julho de 2025, analisa se políticas brasileiras prejudicam a competitividade de empresas norte-americanas, com foco em pagamentos digitais e comércio eletrônico.
- O documento oficial aponta que o Brasil pode manter práticas desleais em serviços de pagamento eletrônico, entre outros setores, e envolve áreas como tecnologia, tarifas de importação, desmatamento e proteção de propriedade intelectual.
- Não há expectativa de anúncios ao término do encontro; o USTR pode recomendar novas medidas, incluindo sanções comerciais ou negociações bilaterais, conforme as conclusões da apuração.
Representantes do governo brasileiro se reúnem em Washington nesta quinta-feira (16.abr.2026) para prestar esclarecimentos ao USTR, órgão americano responsável pela análise de políticas sob a Seção 301. A reunião ocorre após a abertura oficial da investigação, em 15 de julho de 2025, sobre práticas que afetam o comércio.
Entre os convidados, aparecem membros do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), do MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária), do Ministério da Justiça e do Itamaraty. Não há expectativa de anúncios ao término do encontro.
A Seção 301 avalia se políticas brasileiras prejudicam a competitividade de empresas dos EUA, com foco em pagamentos digitais e comércio eletrônico. O processo examina serviços de pagamento eletrônicos, tarifas, desmatamento, tecnologia e proteção de propriedade intelectual no Brasil. O USTR pode recomendar medidas adicionais, como sanções ou negociações bilaterais.
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