- Brasileiro condenado por matar a ex-esposa, Fernanda Estruzani Panissa, de 21 anos, com 72 facadas, em Londrina, Paraná, em 1989.
- Foragido desde 1995, ele deixou o Brasil e viveu no Paraguai sob identidade falsa de “José Carlos Vieira”.
- A prisão ocorreu em Foz do Iguaçu; após localização, foi expulsado do Paraguai e entregue à Polícia Federal brasileira na Ponte da Amizade.
- No Paraguai, mantinha vida discreta como comerciante, com família e bens, sob a identidade falsa para evitar a prisão.
- O cumprimento da ordem de prisão ocorreu em momento crucial, já que o crime estava próximo de prescrever; ele deverá cumprir a pena no Brasil.
Um brasileiro condenado pelo homicídio da ex-esposa foi preso no Paraguai, quase 40 anos após o crime. Marcos Campinha Panissa assassinou Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas em Londrina, norte do Paraná, em 1989. A prisão ocorreu no contexto de investigação internacional.
Panissa estava foragido desde 1995, quando deixou de ser localizado pela Justiça brasileira. Ele vivia no Paraguai sob identidade falsa, “José Carlos Vieira”, construindo uma nova vida como comerciante e mantendo família e bens no país.
Segundo autoridades paraguaias, a identidade falsa impediu a prisão por quase quatro décadas. A captura ocorreu em Foz do Iguaçu, na fronteira com o Brasil, e ele foi expulso do Paraguai para a Ponte da Amizade, onde foi entregue à Polícia Federal brasileira.
Com a entrega, o condenado deverá cumprir a pena correspondente ao homicídio que chocou o país. A ação ocorreu em momento em que o processo estava próximo de prescrição, segundo autoridades.
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