- Igor de Aguiar Amazonas, estudante de Direito da Universidade de São Paulo, foi para a Ucrânia entre o final de março e o começo de abril para lutar e está desaparecido em combate; autoridades ucranianas notificaram a Embaixada do Brasil em Kiev.
- O Itamaraty mantém contato com a família e presta assistência consular, mas não há confirmação oficial sobre o ocorrido.
- O grupo de extensão Nexo Governamental XI de Agosto publicou nota de pesar afirmando que o jovem está morto.
- Liliane Castro, presidente do grupo, disse que Igor tinha o desejo de “mudar o mundo” e que ele relatava a rotina de guerra antes de parar de responder; a família foi informada por meio de um colega no Brasil.
- O Itamaraty alerta para o aumento de brasileiros que perdem a vida em conflitos no exterior e recomenda que convites ou ofertas de participação em exércitos estrangeiros sejam recusados.
Um estudante de Direito da USP está desaparecido após ir à Ucrânia defender o país na guerra contra a Rússia. Igor de Aguiar Amazonas foi identificado pelas autoridades ucranianas com status de “desaparecido em combate” e a Embaixada do Brasil em Kiev foi informada.
O Itamaraty informou que está em contato com a família de Igor e presta assistência consular. A embaixada brasileira foi notificada pelas autoridades ucranianas sobre o desaparecimento.
O grupo de extensão Nexo Governamental XI de Agosto, ligado à Faculdade do Largo São Francisco, publicou nota de pesar afirmando que Igor teria morrido. A instituição não confirmou oficialmente a causa ou o óbito.
AUSP informa que não há posicionamento oficial da universidade no momento. A imprensa ouviu Liliane Castro, fundadora do grupo, que confirmou a viagem de Igor entre o final de março e o começo de abril.
Segundo Liliane, Igor seguinte a uma motivação de querer “mudar o mundo” e era ativo no chat do grupo nos primeiros dias na Ucrânia. De repente, ele deixou de responder às mensagens.
Familiares foram informados pela própria rede de amigos, que mantinham contato com brasileiros na Ucrânia. Eles também receberam a notícia pela irmã de Igor.
O Itamaraty ressalta que há relatos de aumento de brasileiros perdendo a vida em conflitos no exterior. A orientação é recusar convites para participação militar em países estrangeiros, com base em orientações oficiais.
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