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Governos europeus discutem excesso de tecnologia entre crianças e adolescentes

Governos europeus avançam em regras de uso de telas por menores; França propõe dia sem tela e lei, Reino Unido avalia restrições e tempo de uso

Uso excessivo de tecnologia entre crianças e adolescentes está na agenda de governos europeus
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  • França discute restrições para menores de idade: Macron propõe um “dia sem tela” mensal e um possível projeto de lei sobre acesso à internet.
  • Deputados aprovaram proibição total para menores de 15 anos; Senado defende restringir apenas plataformas consideradas prejudiciais.
  • O tema é debatido em videoconferência com líderes europeus, com avanços também no Reino Unido, ainda sem decisão definitiva.
  • No Parlamento britânico, pela segunda vez, rejeitada a proposta de proibir menores de 16 anos nas redes sociais; governo enfrenta pressão de pais e especialistas.
  • Primeiro-ministro Keir Starmer reuniu-se com executivos de redes como Meta, TikTok, Google e X; consulta pública analisa restrições de idade, tempo de uso e fim da rolagem infinita.

O uso excessivo de tecnologia entre crianças e adolescentes está na agenda de governos europeus. Na França, o presidente Emmanuel Macron defendeu um dia sem tela, propondo que jovens fiquem ao menos um dia por mês longe das telas. Um projeto de lei discute também restringir o acesso à Internet.

Os deputados franceses aprovaram uma proibição total para menores de 15 anos. O Senado, porém, pretende limitar o banimento apenas a plataformas consideradas prejudiciais. O tema foi debatido em videoconferência com líderes de outros países europeus.

Na França, o debate sobre regulamentação segue junto a propostas de redução do tempo de tela. Em paralelo, o Reino Unido discute medidas similares, sem decisão definitiva até o momento. A pauta envolve tempo de uso, idade mínima de acesso e mecanismos de proteção.

Parlamento do Reino Unido já rejeitou pela segunda vez uma proposta para impedir menores de 16 anos de acessar redes sociais. Mesmo assim, o governo enfrenta pressão de pais e especialistas por ações mais rígidas. O primeiro-ministro Keir Starmer reuniu-se com executivos de redes como Meta, TikTok, Google e X.

Uma consulta pública britânica avalia restrições a plataformas, com propostas como limite de idade, redução do tempo de uso e fim da rolagem infinita. O objetivo é ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, conforme apurações oficiais.

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