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Guerra e incêndios: crise de combustível na Austrália deve piorar

Canberra intensifica medidas para conter a crise de combustível, com garantias de abastecimento, cortes de impostos e relaxamento de normas, apesar de nova pressão de preços

The Viva Oil Refinery in Geelong on April 16 following an overnight fire.
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  • Australia sofreu novo abalo na crise de combustível provocada pela guerra no Irã, quando medidas do governo pareciam aliviar o aperto.
  • Canberra enviou delegações a centros de negociação estratégicos e garantiu embarques de petróleo.
  • O governo flexibilizou padrões de diesel, reduziu impostos sobre combustível e acionou reservas para conter a escassez.
  • As ações já haviam ajudado a reduzir o preço da gasolina em mais de dez por cento desde o pico recorde do mês anterior.
  • A crise segue ocorrendo justamente quando o governo tentava estabilizar o abastecimento e os preços.

O Viva Oil Refinery, em Geelong, sofreu um incêndio durante a noite de 16 de abril. A explosão ocorreu na planta australiana, em meio a uma crise de abastecimento de combustível provocada por conflitos no Irã. A operação segue sob investigação.

Acontece em um cenário de aperto no mercado de petróleo. O governo da Austrália enviou delegações a centros comerciais-chave e garantiu embarques de petróleo, além de apoiar operações de abastecimento. Medidas adicionais foram anunciadas para reduzir o impacto da crise.

Entre as ações, houve flexibilização de padrões de diesel, redução de impostos sobre combustíveis e utilização de reservas estratégicas. Tais medidas já haviam dado sinais de alívio, com o preço da gasolina recuando mais de 10% em relação ao pico registrado no fim do mês anterior.

Ações e desdobramentos em curso

  • O governo informou que as medidas visam mitigar gargalos logísticos e manter o fornecimento estável ao longo das próximas semanas.
  • O impacto total sobre a demanda interna ainda depende da evolução do conflito externo e da volatilidade dos mercados.
  • Observa-se que a recuperação de preços pode depender da resposta internacional e da normalização das operações de refino.

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