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Líderes de Israel e do Líbano vão se reunir nesta quinta, diz Trump

Trump afirma que Israel e Líbano vão se reunir para negociações de paz nesta quinta, após cerca de 34 anos sem diálogo entre os líderes

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Foto: Creative Commons
  • Donald Trump confirmou, no fim da quarta-feira, 15 de abril, que Israel e o Líbano vão se reunir para negociações de paz em 16 de abril; a informação foi publicada nas redes sociais.
  • Ele disse que a conversa ocorre após cerca de 34 anos sem contato entre os dois líderes, sem indicar onde ou como acontecerá.
  • Representantes dos dois países se reuniram em Washington na terça-feira, 14 de abril, em um encontro considerado o primeiro entre altos funcionários em mais de quarenta anos; houve avanço nas negociações e as conversas devem seguir.
  • O contexto envolve o Hezbollah, aliado do Irã, que respondeu a Israel após ataques de Tel Aviv contra o Irã em 28 de fevereiro; o grupo tem atuado na fronteira e agravado as tensões na região, levando ao deslocamento de mais de 1 milhão de libaneses.
  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país não participaria do acordo e que a guerra continuaria até a neutralização do Hezbollah.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou no fim de quarta-feira, 15/4, que Israel e o Líbano vão negociar a paz na quinta-feira, 16/4.

A publicação nas redes sociais não detalhou local nem formato da reunião, mas indicou que os líderes não conversavam há cerca de 34 anos. A mensagem destacou a tentativa de aproximação entre os dois países.

Representantes de Israel e do Líbano se reuniram em Washington na terça-feira, 14/4, para discutir um acordo de paz. A reunião foi a primeira entre altos funcionários dos dois países em mais de quatro décadas. Após o encontro, os dois lados disseram haver avanços e anunciaram a continuidade das negociações.

Contexto regional: o conflito ganhou impulso após Israel atacar o Irã em 28 de fevereiro, quando o Hezbollah respondeu com ações contra Tel Aviv. O Hezbollah, aliado do Irã, opera no Líbano e é visto como inimigo de Israel. A tensão levou ao deslocamento de mais de 1 milhão de libaneses.

Contexto regional

O Hezbollah também é apontado como apoiador do Hamas, controlador da Faixa de Gaza. Israel informou ter atacado o sul libanês para afastar o grupo da fronteira. A mediação internacional envolvendo o Paquistão sinalizou que o Líbano poderia ser incluído em uma trégua, segundo relatos.

Posicionamentos oficiais

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o país não está incluído no acordo de paz e que a guerra seguiria até neutralizar o Hezbollah. As declarações indicam divergências sobre os objetivos e o andamento das negociações, sem confirmação de um acordo já fechado.

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