- Sir Olly Robbins, o mais alto funcionário do Foreign Office, está deixando o cargo após a decisão de anular o veto de segurança a Peter Mandelson.
- Mandelson foi inicialmente negado no processo de Developed Vetting em janeiro de 2025, abrindo caminho para que se tornasse embaixador dos EUA.
- Segundo a imprensa, o primeiro-ministro Keir Starmer e a secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, teriam perdido a confiança no civil.
- The Guardian revelou que a negativa no vetting foi apresentada durante a avaliação, mas a recomendação contrária foi superada pelo FO.
- Downing Street informou que Starmer e o ex-secretário de Relações Exteriores David Lammy não tinham conhecimento de que os responsáveis pela segurança aconselharam não conceder a autorização, e afirmou que a responsabilidade é do Foreign Office.
O Service público britânico sofre mudança com a saída de Olly Robbins do cargo de mais alto funcionário do Foreign Office (FCDO). Robbins deixará o posto após a decisão de manter Peter Mandelson como embaixador no exterior ter sido rebatida pela pasta. A conclusão ocorreu em janeiro de 2025, quando Robbins já era chefe do FCDO há pouco tempo.
A decisão de conceder Develop Vetting a Mandelson contraria a recomendação dos responsáveis pela segurança. O processo de vetting é confidencial e avalia antecedentes. O governo afirma que Starmer e a então secretária de Relações Exteriores, Lammy, não tinham conhecimento da recomendação contrária. A pasta sustenta que a decisão foi tomada por funcionários do FCDO.
Segundo o jornal The Guardian, Mandelson foi inicialmente recusado na última semana de janeiro de 2025, após o vetting desenvolvido. A notícia detalha que a direção do FCDO utilizou uma autoridade pouco frequente para sobrepor a avaliação dos oficiais de segurança.
O governo divulgou uma nota posterior, destacando que Starmer e Lammy não tinham ciência da negativa dos oficiais de vetting e que a responsabilidade recai sobre o FCDO. A divulgação ocorreu após críticas públicas sobre o processo de nomeação.
De acordo com informações, Starmer ficou furioso ao tomar conhecimento da falha na vetting apenas na terça-feira anterior, e Lammy soube do caso dois dias depois, quando o Guardian publicou a reportagem.
Robbins, que já atuou como negociador britânico para o Brexit, assumiu o cargo de secretaria permanente no início de janeiro de 2025. O episódio ocorreu apenas três semanas após sua nomeação, em meio a um cenário internacional com mudanças como o retorno de Trump aos EUA e tensões na Ucrânia e no Oriente Médio.
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