- O jornal USA Today afirma que o Pentágono intensificou planos de intervenção militar em Cuba, aguardando ordens diretas de Donald Trump.
- O Departamento de Defesa pediu cautela e disse que não comentaria cenários hipotéticos, dizendo que as Forças Armadas permanecem preparadas para cumprir as ordens do presidente.
- As alegações aparecem após meses de medidas dos EUA para aumentar a pressão econômica sobre Havana, incluindo restrições ao petróleo.
- Trump já sinalizou o risco de ação contra Cuba, chegando a dizer que poderia “assumir o controle de Cuba”.
- O ministro cubano do Exterior, Bruno Rodríguez, acusou Washington de intimidar países que fazem negócios com a ilha e defendeu o direito cubano de importar combustível; a economia de Cuba caiu cerca de quinze por cento de 2020 a 2025.
O Pentágono pediu cautela após a divulgação de uma reportagem do USA Today, que sustenta estar em curso o aumento do planejamento de uma intervenção militar em Cuba. A matéria afirma que Washington aguarda ordens diretas do presidente.
Segundo o texto, o Reino Unido não está envolvido. Os EUA teriam intensificado medidas para pressionar Havana após meses de ações voltadas a restringir o petróleo, com o argumento de mudanças políticas na ilha.
Trump teria deixado fissuras ao mencionar a possibilidade de assumir o controle de Cuba, embora sem confirmação oficial. O tom das declarações é visto como indicativo de pressão política.
O Departamento de Defesa afirmou que não comenta cenários hipotéticos e que as Forças Armadas estão preparadas para cumprir ordens do presidente. O enfoque é a preparação para múltiplas contingências.
Contexto das tensões
O ministro cubano Bruno Rodríguez acusou Washington de intimidar parceiros comerciais e defendeu o direito de Cuba importar combustível, em meio ao bloqueio petrolífero.
As medidas dos EUA, que se intensificaram desde janeiro, elevaram as dificuldades econômicas de Cuba, agravando uma crise estrutural que perdura há anos. A economia cubana sofreu retração significativa.
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