- O presidente dos Estados Unidos afirmou que os iranianos podem entregar urânio enriquecido no país e que pretende viajar ao Paquistão neste fim de semana para negociar um acordo.
- Trump disse estar otimista e mencionou que pode assinar um acordo com Teerã nos próximos dias, dizendo: “They want me to go”.
- Mesmo com avanços, ele ressaltou que, sem acordo, os combates vão continuar; o impasse envolve o destino dos estoques de urânio iraniano.
- A Rússia se ofereceu para receber o material, mas a proposta foi rejeitada pelos EUA; segundo o presidente, o Irã teria concordado em entregar as reservas diretamente aos americanos, o que Teerã não confirmou.
- Sobre a trégua entre Israel e o Hezbollah, Trump afirmou que pretende reunir o premiê israelense e o presidente do Líbano na Casa Branca, com a ONU se oferecendo para colaborar em um cessar-fogo permanente.
Donald Trump afirmou que, no âmbito de negociações com o Irã, há a possibilidade de o país entregar urânio enriquecido aos Estados Unidos, caso as tratativas avancem. O presidente indicou ainda disposição para viajar ao Paquistão neste fim de semana para facilitar um acordo.
Segundo Trump, houve avanços nas negociações para impedir o Irã de obter armas nucleares, embora o impasse persista sobre o destino do urânio iraniano. O governo americano rejeitou uma proposta da Rússia de receber o material.
Trump informou que pode participar da assinatura de um acordo com Teerã nos próximos dias e afirmou que o Irã teria concordado com diversos pontos, sem confirmar publicamente o conteúdo final. Não houve confirmação oficial de Teerã.
Potencial acordo e implicações
Paralelamente, o presidente destacou esforços para uma trégua entre Israel e o Hezbollah, com a meta de reunir o premiê israelense e o presidente libanês na Casa Branca. A proposta inclui a participação da ONU para facilitar um cessar-fogo permanente.
A ONU sinalizou disponibilidade para colaborar com iniciativas de estabilidade na região, sem detalhar mecanismos ou prazos. As informações centram-se em negociações diplomáticas envolvendo EUA, Irã, Israel e Hezbollah, com impacto esperado nas dinâmicas do Oriente Médio.
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