- O Reino Unido elaborou planos para enfrentar possível desabastecimento alimentar devido à queda no fornecimento de dióxido de carbono, amplamente utilizado na indústria, por causa do conflito com o Irã.
- Em um “pior cenário razoável”, autoridades não esperam prateleiras vazias, mas sim menor variedade de produtos nas lojas.
- O estreito de Hormuz, passagem marítima-chave, ficou praticamente sem tráfego desde o início do conflito.
- A reabertura do estreito até junho é um ponto crítico para o abastecimento, segundo autoridades.
- O CO2 industrial impacta setores de produção de alimentos, afetando a disponibilidade de itens nas lojas.
O Reino Unido elaborou planos para enfrentar possível desabastecimento alimentar causado pela redução de CO2, amplamente utilizada na indústria de alimentos. A situação decorre do conflito envolvendo Irã, que afeta o fornecimento dessa substância.
Em um cenário considerado “pior razoável”, as autoridades não prevêem prateleiras vazias, mas esperam menor variedade de produtos nas lojas. A situação depende da reabertura do Estreito de Hormuz, essencial para o comércio, que está paralisado desde o início do conflito.
Autoridades britânicas afirmam que o risco é contingencial e orientam medidas para manter o abastecimento. O planejamento busca reduzir impactos sobre produtores e redes de varejo, caso o fluxo de CO2 permaneça limitado até junho.
Impactos previstos
A falta de CO2 pode afetar conservas, embutidos, bebidas e pães, entre outros itens processados. O governo avalia alternativas de fornecimento e estocagem para evitar desabastecimento severo nas prateleiras. O tema permanece sob monitoramento constante.
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