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Repsol firma acordo com Venezuela para ampliar produção de petróleo

Repsol retoma controle de ativos na Venezuela e mira triplicar produção em três anos, com garantia de recebimentos via remessas de petróleo

FILE: A Repsol refinery worker talks on a walkie-talkie in Tarragona, Spain, 2 May 2006.
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  • A Repsol firmou acordo com o governo venezuelano e a PDVSA para retomar o controle operacional de ativos de óleo e elevar a produção nos próximos três anos.
  • O entendimento prevê mecanismo de pagamento via remessas de óleo e busca assegurar recebimentos futuros, evitando defaults do passado.
  • A produção atual de Petroquiriquire é de cerca de 45.000 barris por dia, com planos de aumento de 50% no primeiro ano e triplicar até o terceiro ano.
  • A meta é triplicar a produção a partir do terceiro ano, desde que as condições permaneçam estáveis e com recursos gerados no país.
  • A assinatura acontece em contexto de ajustes nos EUA contra sanções a Venezuela e de reformas que visam atrair investimentos estrangeiros no setor de petróleo.

A Repsol acertou com o governo venezuelano e a PDVSA um acordo para retomar o controle operacional de ativos de petróleo no país, com objetivo de elevar a produção nos próximos três anos. A operação visa garantir pagamentos por meio de remessas de petróleo, fortalecendo a segurança financeira.

A empresa espanhola recuperará a gestão de ativos já operados pela companhia estatal. A assinatura ocorreu em um momento de flexibilização gradual de sanções e esforço de retomar a produção de petróleo venezuelano, segundo fontes próximas ao negócio.

A Repsol mantém 40% da joint venture Petroquiriquire, que produz cerca de 45 mil barris/dia. A meta é aumentar a produção 50% no primeiro ano e triplicar até o terceiro ano, condicionada à continuidade das condições acordadas.

O acordo não prevê pagamento da dívida de cerca de US$ 4,55 bilhões reivindicada pela Repsol por fornecimentos anteriores de gás e petróleo, mas assegura o recebimento de futuras produções.

Contexto político recente inclui mudanças no cenário venezuelano, com Delcy Rodríguez à frente e reformas legais para atrair investimentos estrangeiros, promovendo maior abertura a empresas no setor.

O cenário internacional acompanha a flexibilização de parte de sanções dos EUA, que vinham limitando operações de empresas estrangeiras na Venezuela, incluindo licenças concedidas pelo OFAC.

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