- Trump disse que tem o direito de discordar do papa Leão XIV, apesar de não ter nada contra ele, citando a ameaça do Irã e a necessidade de conter armas nucleares.
- O pontífice criticou líderes que gastam bilhões em guerras e pediu uma mudança decisiva de rumo, em Camarões, destacando danos e recursos desviados.
- Na semana anterior, Trump publicou imagem de IA que o retratava como Jesus, apagou o post depois e disse que a montagem não era de Jesus, mas “como médico”.
- O papa também alertou contra quem usa linguagem religiosa para justificar guerras, pedindo denúncia e rejeição de tais manipulatedões.
- A sequência de críticas entre Trump e o Vaticano acompanha tensão sobre a guerra no Irã, com Trump reagindo a críticas do pontífice nas redes sociais.
Donald Trump manteve críticas públicas ao papa Leão XIV, afirmando ter direito a discordar do líder católico. O presidente dos EUA disse não ter ressentimento contra o pontífice, mas ressaltou que Iran é uma ameaça e que o Irã não pode possuir arma nuclear.
O contato entre ambos ganhou contorno após o papa criticar o uso de linguagem religiosa para justificar guerras e defender mudança de rumo em relação a conflitos envolvendo EUA, Israel e Irã. Segundo a narrativa do pontífice, bilhões são gastos em guerras enquanto recursos para educação e saúde são escassos.
O pontífice também condenou líderes que manipulam símbolos religiosos para ganhos militares, econômicos e políticos. Em Camarões, ele chamou a atenção para o que chamou de uso indevido da fé e pediu responsabilidade ética diante de guerras.
Conflito entre Trump e o Papa Leão XIV
Na sequência, Trump reduziu o espaço para interpretações, publicando críticas nas redes sociais sobre o balanço de mortes em protestos no Irã. Em seguida, apagou uma postagem que mostrava uma montagem de IA com o rosto do presidente como Jesus, alegando que a imagem retratava uma função médica.
O presidente norte-americano já havia feito ataques ao pontífice na semana anterior, com declarações que intensificaram o atrito. A polêmica ganhou força após Trump desafiar o tom do papa em relação aos conflitos regionais.
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