- A Justiça italiana acolheu dois pedidos de extradição contra a ex-deputada Carla Zambelli, presa na Itália desde 29 de julho de 2025.
- Ainda há recursos cabíveis em ambas as decisões, e uma não depende da outra, mantendo a chance de retorno ainda não garantida.
- A decisão final sobre a extradição ficará a cargo do governo italiano, após avaliação do Ministério da Justiça.
- O contexto envolve uma extradição por invasão de sistemas do CNJ e outra por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal.
- Autoridades brasileiras que acompanham os processos estimam que, em cerca de um mês, haverá decisão da Corte de Cassação sobre os recursos.
Carla Zambelli, ex-deputada federal, teve dois pedidos de extradição acolhidos pela Justiça italiana. Ela está detida na Itália desde 29 de julho de 2025. As autoridades brasileiras que acompanham o caso projetam uma decisão final da Corte de Cassação em cerca de um mês.
Os acatamentos não garantem retorno imediato ao Brasil. Ainda cabem recursos sobre as duas decisões. Cada caso é independentemente apreciado, e a emissão de uma não assegura a outra, apenas reforça o histórico criminal da ex-deputada.
A avaliação técnica aponta para elementos que aproximam a possibilidade de extradição, porém não há garantia. O Ministério da Justiça da Itália terá a última palavra, levando em conta fatores legais e diplomáticos.
Contexto do processo
A Corte de Apelação italiana já havia autorizado a extradição de Zambelli em março, referente à invasão de sistemas do CNJ. Em 16 de abril, a Justiça italiana autorizou extradição também no caso de porte ilegal de arma e constrangimento ilegal.
Desdobramentos e prazos
Mesmo com pareceres favoráveis, cabem recursos aos tribunais superiores italianos. A decisão final dependerá do governo italiano, que pode enfrentar pressões políticas ou diplomáticas. O aval definitivo está previsto para a próxima fase processual.
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