- O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy recebeu o Prêmio Internacional Quatro Liberdades, na Holanda, em reconhecimento à coragem do povo ucraniano durante os anos de guerra, após ataques russos na noite anterior.
- Zelenskiy realizou um minuto de silêncio pelas vítimas e destacou que a liberdade de viver sem medo ainda não existe plenamente para seu país.
- O prêmio, inspirado no discurso de Franklin D. Roosevelt, é concedido pela liberdade de opinião e expressão, liberdade de culto, liberdade das privações e liberdade dos temores.
- O presidente ucraniano pediu à comunidade internacional que mantenha o apoio militar, político e legal à Ucrânia, descrevendo Vladimir Putin como ameaça global.
- A cerimônia em Middelburg, ao sul da Holanda, contou com a presença do rei Willem-Alexander e do primeiro-ministro Rob Jetten; entre os laureados de 2026 estavam o Comitê de Proteção aos Jornalistas e a ativista Gisele Pelicot.
Volodymyr Zelenskiy recebeu nesta quinta-feira o Prêmio Internacional Quatro Liberdades, em Middelburg, Holanda, em reconhecimento à coragem do povo ucraniano frente à guerra. Um minuto de silêncio foi observado pela noite de ataques russos.
A cerimônia, inspirada no discurso de Franklin D. Roosevelt de 1941, destacou as quatro liberdades: expressão, culto, não-privações e dos temores. Zelenskiy agradeceu a homenagem em nome da população ucraniana.
O premiado enfatizou que a liberdade de viver sem medo ainda falta para muitos, citando “liberdade das ruínas” e a situação de quem sofre com a destruição na Ucrânia. Chamou Putin de ameaça global.
A entrega ocorreu na cidade de Middelburg, no sul da Holanda, com a presença do rei Willem-Alexander e do premiê Rob Jetten. A neta de Roosevelt mencionou a continuidade da luta pela liberdade.
A Fundação Roosevelt destacou que o prêmio 2026 foi dado ao povo ucraniano pela coragem na defesa da democracia em circunstâncias difíceis. Zelenskiy dedicou a homenagem à população.
Entre os laureados deste ano estão o Comitê de Proteção aos Jornalistas, pela liberdade de expressão, e a ativista francesa Gisèle Pelicot, citada pela organização.
Pelicot recebeu o prêmio pela liberdade dos temores; a organização informou que o vencedor da liberdade de culto não pode ser divulgado por segurança. Isidora Uribe Silva ganhou o de privações.
A premiação já celebrou figuras como Kofi Annan, Angela Merkel, o Dalai Lama e Nelson Mandela, reforçando o histórico de reconhecimentos às lutas pela liberdade.
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