- Um cessar-fogo de 10 dias, anunciado pelo presidente dos EUA e aceito por Líbano e Israel, parece se manter no Líbano na sexta-feira, 17, potencialmente impulsionando a trégua com o Irã.
- Ainda não há sinais de acordo duradouro entre os EUA e o Irã antes do fim do cessar-fogo, previsto para a próxima semana.
- O fim da guerra entre Israel e o Hezbollah era uma exigência central dos negociadores iranianos; o Hezbollah disse que o cessar-fogo deve ser abrangente em todo o território libanês.
- O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse ter concordado com o cessar-fogo para promover relações de paz com o Líbano, mas afirmou que as tropas de Israel não se retirarão.
- Mediadores pressionam por soluções em três pontos: programa nuclear do Irã, Estreito de Ormuz e compensações por danos; a reabertura do estreito é prioridade internacional, com França e Reino Unido buscando apoio de dezenas de países, sem a participação dos EUA.
Um cessar-fogo de 10 dias, anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e aceito por Líbano e Israel, parece manter-se no Líbano nesta sexta-feira, 17. A pausa pode impulsionar negociações para ampliar a trégua envolvendo Irã, EUA e Israel.
Ainda não há sinais de um acordo duradouro entre EUA e Irã antes do término do cessar-fogo, que expira na próxima semana. A redução dos combates entre Israel e o Hezbollah é vista como potencial passo para negociações mais amplas.
O Hezbollah, apoiado pelo Irã, afirmou que qualquer cessar-fogo deve ser abrangente em todo o território libanês, sem permitir liberdade de movimento a tropas israelenses. Netanyahu disse ter aceitado a trégua para facilitar a paz, desde que as tropas permaneçam no território.
Pontos de impasse e mediação
O chefe do Exército do Paquistão reuniu-se com o presidente do Parlamento iraniano, em esforço para estender o cessar-fogo. A mediação foca três questões: programa nuclear do Irã, Estreito de Ormuz e compensações por danos de guerra.
A reabertura do Estreito de Ormuz é defendida pela comunidade internacional para evitar agravamento da crise energética. Líderes da França e do Reino Unido discutem com dezenas de países, sem participação direta dos EUA, planos para facilitar a reabertura.
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