- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a investigação dos EUA sobre práticas comerciais do Brasil não pode servir de teatro para a imposição de tarifas.
- Em Washington, ele disse que espera que todos os pontos levantados pelos Estados Unidos e respondidos pelo Brasil sejam devidamente considerados.
- O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) abriu, em julho do ano passado, uma investigação com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.
- A investigação cita temas como Pix, desmatamento ilegal, proteção insuficiente à propriedade intelectual e decisões do Supremo Tribunal Federal envolvendo big techs.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a investigação dos EUA sobre práticas comerciais do Brasil, aberta sob a Seção 301, não pode servir de teatro para justificar tarifas.
Em entrevista à imprensa em Washington, ele disse esperar que todos os pontos levantados pelo governo americano e respondidos pelo Brasil sejam devidamente considerados.
A investigação foi aberta pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) em julho do ano passado, citando temas como o Pix, desmatamento ilegal, proteção insuficiente à propriedade intelectual e decisões do STF envolvendo big techs.
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