- Trump afirmou, em publicação na Truth Social, que Israel não voltará a bombardear o Líbano, posição considerada proibida pelos EUA.
- Ele declarou que os EUA atuarão diretamente com o governo libanês para lidar com a situação do Hezbollah, separadamente.
- O presidente mencionou um acordo de operações militares dos EUA com os bombardeiros B‑2, sem qualquer compensação financeira.
- Trump disse que esse entendimento não depende do Líbano e criticou a Otan, dizendo que a aliança foi inútil quando necessária.
- Ele agradeceu a Arábia Saudita, aos Emirados Árabes Unidos e ao Catar pelo apoio e afirmou que o Irã, com ajuda dos EUA, removeu minas marítimas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Israel não voltará a bombardear o Líbano, posicionando a ação como proibida pelos EUA. A declaração foi publicada pelo líder nas redes sociais, após o Irã anunciar abertura do Estreito de Ormuz para navios comerciais.
Trump disse ainda que os EUA atuarão diretamente com o governo do Líbano para lidar com o Hezbollah, sem detalhar operações específicas. A afirmação indica uma condução estratégica separada entre Washington e Rabat? (erro: Rabat não; manter apenas Líbano) Isso reforça o foco em cooperação regional para a contenção do grupo.
Em outra publicação, o mandatário afirmou que os EUA ficarão com a totalidade da “poeira nuclear” gerada por bombardeiros B-2, sem qualquer compensação financeira, e que o acordo não depende do Líbano. As menções não esclarecem condições ou mecanismos do que seria acordado.
Trump também disse que, após a normalização do Estreito de Ormuz, foi procurado pela Otan, mas rejeitou apoio, sugerindo que a aliança seria inadequada para determinadas operações. Ele apontou que a OTAN não seria útil caso seja apenas para transportar petróleo.
O presidente agradeceu a países do Golfo pelo apoio recente, destacando Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar. Pelas suas mensagens, o tom é de reconhecimento a aliados pela postura no contexto regional.
Por fim, Trump afirmou que o Irã, com suposta ajuda norte-americana, está removendo minas marítimas. As informações apresentam versões divulgadas pelo presidente, sem confirmação de autoridades independentes ou de terceiros.
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