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França registra queda no consumo de álcool, mas jovens continuam a beber em excesso

Estudo mostra queda do consumo de álcool na França, mas identifica binge drinking entre jovens, com 13% da população em risco e consumo episódico perigoso

24 % des Français ne boivent tout simplement jamais d’alcool, et seulement 11 % consomment plus de 6 verres par semaine.
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  • 24 % dos franceses não bebem álcool nunca e 11 % consomem mais de seis verres por semana; a maioria bebe pouco.
  • 47 % dos consumidores dizem beber menos nos últimos quatro ou cinco anos, 12 % aumentaram o consumo. Razões: menos saídas (47 %), gosto pelo álcool que diminuiu (37 %), e saúde pública influenciando 21 %.
  • 17 % dos consumidores bebem mais de cinco verres em uma única ocasião; isso representa 13 % da população. Jovens e categorias populares são mais propensos a esse padrão de risco.
  • entre 18 e 24 anos, quase quatro em cada dez não bebem; porém, quando bebem, 52 % excedem cinco verres em uma única ocasião.
  • 83 % dos consumidores respeitam a escolha de um acompanhante que não bebe; 51 % avaliam que a prevenção sobre comportamentos de risco ainda é insuficiente no país.
  • quem deve agir: médicos (88 %), o Estado (83 %) e os meios de comunicação (76 %); produtores de bebidas (62 %) e restaurantes (57 %) também são considerados legítimos para participar.
  • sobre gravidez, 84 % de mulheres com menos de 35 anos foram sensibilizadas durante a gestação, frente a 57 % entre mulheres de 65 anos ou mais; 30 % das mesmas ainda não receberam a mensagem.

Os franceses estão bebendo menos álcool, mas o consumo de risco persiste entre os jovens. Uma pesquisa de Odoxa para a associação Prévention et Modération mostra queda relevante no uso, ao mesmo tempo em que o binge drinking permanece em parte da população.

Segundo o estudo com 1.004 franceses representativos, 24% não consomem álcool jamais, e 11% bebem mais de seis copos por semana. A maioria bebe pouco: 34% um copo por semana e 31% entre um e cinco copos.

A tendência é de sobriety: 47% afirmam beber menos nos últimos quatro a cinco anos, enquanto 12% aumentaram o consumo. Motivos citados incluem menos saídas sociais (47%), gosto que diminuiu (37%) e maior sensibilidade a campanhas de saúde (21%).

Binge drinking e perfil de risco

Ainda assim, 17% dos consumidores bebem mais de cinco copos em uma única ocasião, representando 13% da população. O perfil de risco envolve jovens e trabalhadores de classes populares, não os maiores consumidores diários.

Entre 18 a 24 anos, quase 4 em cada 10 nunca bebem. Entretanto, quando bebem, 52% ultrapassam cinco copos em uma saída, contra 17% da média nacional. Trabalhadores e operários tendem a abster-se, mas 28% excedem o límite em ocasiões, frente a 19% entre quadros.

Moderação e hábitos de segurança

Quando perguntados sobre moderação, 78% evitam a embriaguez, 74% seguem um teto diário ou semanal. Na prática, 84% não dirigem após mais de dois copos, 81% não bebem antes do trabalho e 80% estabelecem limites.

Entre os hábitos sociais, 83% respeitam a decisão de alguém próximo que opta por não beber, e 9% elogiam essa escolha. A redução da pressão social aparece como tendência, impulsionada também por opções sem álcool em oferta.

Desafios e atuação

Apesar dos avanços, 51% consideram a prevenção insuficiente. As áreas prioritárias identificadas são: motoristas (88%), estudantes (86%), eventos festivos (81%) e bares/boates (77%).

Quem deve agir é visto amplamente como responsável: médicos (88%), o Estado (83%) e a mídia (76%). Produtores de bebidas (62%) e restaurantes (57%) também são considerados parte da solução.

Gravidez e educação

Na esfera da gravidez, campanhas atingiram parte das jovens: 84% de mulheres com menos de 35 anos afirmam ter recebido orientação, contra 57% entre 65 anos ou mais. Ainda assim, 30% das mulheres não receberam a mensagem. A associação reforça a necessidade de zero consumo durante a gestação.

Conclui-se um retrato de país que bebe menos, com maior controle e escolhas mais conscientes, mas com frentes de risco ativas entre os jovens e em momentos pontuais de alto consumo.

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