- O Irã afirmou que o Estreito de Ormuz está “completamente aberto” à navegação comercial enquanto durar o cessar-fogo de dez dias entre Israel e o Hezbollah.
- A declaração foi feita pelo ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, em post no X, e o preço do petróleo caiu mais de 9%, para cerca de US$ 90 o barril.
- A notícia surge após sinais de trégua entre Israel e Hezbollah, com previsão de avanço em um acordo mais amplo entre Washington e Teerã.
- O primeiro-ministro de Israel disse que o acordo é um passo rumo a uma paz mais ampla; nos EUA, autoridades trabalham para garantir um acordo duradouro e estudam proteção de Ormuz.
- O mercado reagiu com otimismo diante da possibilidade de redução de violência e de avanços diplomáticos que possam facilitar um acordo entre as partes.
O Irã afirmou que o Estreito de Ormuz está totalmente aberto para navegação comercial durante o cessar-fogo de 10 dias entre Israel e o Hezbollah no Líbano. A afirmação ocorre num momento de tensão regional e de negociações entre EUA e Teerã.
O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, informou em post no X que a hidrovia está “completamente aberta” para o tráfego mercantil. A notícia levou a uma queda nos preços do petróleo, que recuaram para cerca de US$ 90 por barril.
Contexto político e impactos
O anúncio coincide com um cessar-fogo observado entre Israel e o Hezbollah, após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre concessões iranianas. Ainda não há confirmação oficial sobre avanços no acordo de paz mais amplo com os EUA.
O Irã não comentou publicamente as alegações de Trump sobre concessões, incluindo questões nucleares. O tema de Ormuz, porém, indica melhoria nos contatos entre as partes e influência direta no mercado global de energia.
Repercussões e cenários
A hidrovia de Ormuz, crucial para o suprimento mundial de petróleo e gás natural liquefeito, continua sob monitoramento internacional. Países ocidentais discutem uma força naval multinacional para proteção da rota, sem confirmação de implantação imediata.
O presidente israelense e líderes dos EUA afirmaram flexibilizar negociações para alcançar um acordo sustentável. Técnicos e diplomatas seguem avaliando as opções para evitar agravamento do conflito na região.
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