- O Irã reabriu o Estreito de Ormuz após pressão da China.
- A China expressou preocupação com a segurança energética caso o estreito permaneça fechado pelo Irã e pelos EUA.
- Apesar de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter elogiado a decisão, o anúncio veio após a pressão chinesa.
- Na quarta-feira, o ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, disse a Abbas Araghchi que a liberdade de navegação e a segurança no estreito devem ser garantidas.
O Irã reabriu o Estreito de Ormuz nesta sexta-feira, após pressão externa, segundo autoridades iranianas. O estreito, estratégico na passagem de óleo e gás pelo Golfo Pérsico, voltou a operar, buscando manter a navegação livre na rota internacional de energia. A decisão ocorreu em meio a tensões entre Teerã e Washington.
O anúncio veio em meio a declarações de que a liberdade de navegação e a segurança do estreito deveriam ser asseguradas. Na virada da semana, o ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, informou ao chanceler iraniano Abbas Araghchi que esse tema era prioridade e que a garantia da passagem é essencial para a segurança energética global.
A pressão de Pequim reflete preocupações sobre o impacto do fechamento do estreito, em particular sobre o abastecimento mundial de energia. A princípio, o governo dos EUA, sob o então presidente Donald Trump, havia comentado o movimento de Teerã, mas as informações oficiais indicam que a resposta diplomática chinesa foi decisiva para a reabertura.
Contexto e participação internacional
- Chine pediu garantias de navegação segura e abriu canal de diálogo com Teerã para evitar agravamento da crise.
- EUA e Irã seguem em elevada tensão, com histórico de sanções e retaliações no setor energético.
- Analistas destacam que a estabilização do estreito é considerada crucial para o suprimento global de petróleo.
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