- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as guerras no mundo e a corrida armamentista, destacando que mulheres e crianças viram alvos.
- Ele mencionou a relação entre conflitos, tecnologia e ética, citando a inteligência artificial como questão que afeta valores humanos.
- Lula dirigiu-se ao primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, ao dizer que entende a posição de não à guerra.
- O presidente afirmou ter recusado, em dois mil e três, a proposta dos Estados Unidos para participar da guerra contra o Iraque.
- Lula disse que luta por uma sociedade justa onde todos possam ter vida plena.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta sexta-feira 17 as guerras no mundo, durante discurso em Barcelona. Ele afirmou que várias regiões vivem novos conflitos, em um momento de corrida armamentista, com mulheres e crianças como vítimas, e questionou a relação entre tecnologia e ética humana.
Lula lembrou ter recusado em 2003 a proposta dos Estados Unidos de participar da guerra contra o Iraque, ressaltando a busca por uma sociedade mais justa e pela plena dignidade de todos.
O pronunciamento ocorreu na cidade espanhola, em meio a debates sobre paz e segurança globais, com o tom de defesa de soluções diplomáticas frente aos conflitos internacionais e aos avanços tecnológicos.
Contexto internacional
Segundo o líder brasileiro, há aumento de tensões e de investimentos militares mundo afora, o que ele associou à necessidade de escolhas políticas responsáveis e à rejeição de ações que promovam violência indiscriminada.
A fala também enfatizou a importância de tratar dados e IA de forma ética, para evitar impactos humanos negativos e preservar direitos fundamentais em tempos de transformação digital acelerada.
Lula reforçou ainda o compromisso com a cooperação internacional e com o diálogo como caminho para reduzir conflitos e promover a estabilidade global, sem mencionar países específicos.
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