- Macron e Starmer promovem, em Paris, uma cúpula para pressionar a reabertura do Estreito de Ormuz.
- O estreito está bloqueado desde ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, em vinte e oito de fevereiro.
- Em tempos de paz, cerca de um quinto da produção mundial de petróleo cru passa pela passagem.
- A lista de participantes não foi divulgada; a cúpula deve reunir líderes de cerca de trinta países, com envolvimento de nações do Oriente Médio e da Ásia, em formatação presencial e por videoconferência.
- O governo dos Estados Unidos não participa da mobilização, batizada informalmente de Iniciativa pela Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz; espera-se a presença do chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e da primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni.
O presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, promovem nesta sexta-feira uma cúpula em Paris para pressionar pela reabertura do Estreito de Ormuz. O encontro visa preparar ações para facilitar o fluxo de energia e comércio globais.
O estreito está bloqueado desde o início dos ataques contra o Irã, em 28 de fevereiro, segundo as autoridades. Em tempos de paz, cerca de 20% da produção mundial de petróleo passa pela rota estratégica.
A mobilização envolve representantes de mais de 40 países nas últimas semanas, segundo o gabinete francês. A cúpula formal deve reunir líderes de cerca de 30 países, incluindo nações do Oriente Médio e da Ásia.
O governo dos Estados Unidos não participa da mobilização, que recebe o nome informal de Iniciativa pela Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz. Diversos líderes devem participar por videoconferência.
Participantes e objetivo
O chanceler alemão, Friedrich Merz, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, são esperados em Paris. Outras lideranças devem se somar por meio de videoconferência, sem confirmação de participação presencial.
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