- María Caamaño Múñez, de 13 anos, morreu nesta quinta-feira, 16 de abril, devido a um câncer, no Hospital de Salamanca, na Espanha.
- Ficou conhecida como a “Princesa Guerreira do Futebol” e recebeu homenagens de atletas e da Seleção da Espanha.
- Era torcedora do Atlético de Madrid e tinha proximidade com jogadores como Álvaro Morata, Ferrán Torres e Alex Baena; chegou a comemorar o título europeu com a seleção espanhola.
- Em fevereiro do ano passado, foi recebida pelo Papa Francisco no Vaticano; recebeu premiações ligadas à promoção da justiça social, como o Premio Castilla y León de los Valores Humanos.
- Em 2019, foi diagnosticada com Sarcoma de Ewing e sonhava em se tornar oncologista; o site do projeto em que trabalhava fez uma homenagem no início desta semana.
María Caamaño Múñez, conhecida como a Princesa Guerreira do Futebol, morreu nesta quinta-feira, aos 13 anos, vítima de um câncer. A adolescente estava internada no Hospital de Salamanca, na Espanha, desde que a doença piorou. A confirmação veio pela família em redes sociais.
A família informou que enfrentaram mais de 2 mil dias de luta contra a doença. O texto divulgado no Instagram da jovem agradece aos médicos, à equipe hospitalar e aos apoiadores que acompanharam o caso ao longo do tratamento.
María ficou famosa pelo amor ao futebol e pela proximidade com jogadores da Espanha, como Álvaro Morata, Ferrán Torres e Alex Baena. Torcedora do Atlético de Madrid, ela celebrou o título europeu da seleção espanhola em 2024 e ganhou visibilidade internacional.
Homenagens e reconhecimento
A jovem recebeu mensagens de atletas, da seleção espanhola e de apoiadores em redes sociais. O Papa Francisco a recebeu no Vaticano em 2023, segundo registros da época. O projeto La sonrisa de María já havia premiado María por ações ligadas à justiça social.
Desde 2019, María lutava contra o Sarcoma de Ewing, um câncer agressivo que afeta ossos e tecidos moles. O diagnóstico ocorreu quando ela tinha seis anos, segundo o histórico do projeto que leva seu nome.
O portal do projeto mantinha, nesta quinta, uma homenagem à menina, que sonhava em seguir carreira na oncologia para avançar na pesquisa e na cura da doença. A causa continua a mobilizar famílias e comunidades em busca de tratamentos mais eficazes.
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