- No primeiro dia do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, moradores retomaram a rotina no Líbano e em Israel; Netanyahu disse que o caminho para a paz começou e que a operação eliminou as principais bases do Hezbollah.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Israel está proibido de atacar o Líbano; tropas israelenses continuarão em uma zona de segurança no sul do Líbano; após quarenta e oito dias, as restrições à população foram retiradas, mas o exército permanece em alerta no norte.
- Um hospital de campanha foi montado a vinte quilômetros da fronteira, em um estacionamento subterrâneo de um shopping, com centenas de militares envolvidos; o objetivo é se preparar para catástrofes e para ataques a hospitais.
- No Líbano, a retomada da rotina gerou congestionamento; moradores voltaram a áreas atingidas e houve passagem de pessoas carregando bandeiras do Hezbollah; o chefe da operação afirmou que a estrutura pode ser usada em caso de ataques a hospitais.
- O presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou que o cessar-fogo abre caminho para um acordo permanente.
O primeiro dia do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah viu moradores retomarem a rotina no Líbano e em Israel. A operação no Líbano é descrita como responsável por eliminar as principais bases do Hezbollah, segundo autoridades locais.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Israel está proibido de atacar o Líbano. Mesmo assim, tropas israelenses permanecem em uma zona de segurança no sul do Líbano para evitar invasões. No país, restrições à população foram suspendidas após 48 dias de conflito.
Na fronteira, um hospital de campanha foi montado em um estacionamento subterrâneo de um shopping, com centenas de militares. O objetivo é se preparar para catástrofes em áreas que estão sob ataque e para manter atendimento médico em situações de risco.
Em Beirute e arredores, a retomada da vida diária causou congestionamentos. Moradores voltaram a áreas atingidas, e bandeiras do Hezbollah foram avistadas em alguns bairros. O chefe das operações, Joseph Aoun, afirmou que o cessar-fogo abre caminho para um acordo permanente.
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