- Motiva encerrou o primeiro trimestre de 2026 com +6% de passageiros embarcados, totalizando 12.226.000 nos 20 terminais que administra.
- Bloco Central (Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina e Imperatriz) teve alta de 12%, com mais de 2 milhões de passageiros.
- Bloco Sul (Curitiba, Foz do Iguaçu, Navegantes, Joinville, Londrina, Pelotas e Uruguaiana) registrou crescimento de 7% e passou de 3 milhões de embarques e desembarques.
- Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, administrado pela Motiva, recebeu cerca de 3,2 milhões de pessoas no período, mantendo-se estável ante 2025.
- Internacionalmente, o Juan Santamaría, na Costa Rica, teve alta de 8% (quase 2 milhões de passageiros); Quito cresceu 7% e Curaçao, 6%; a empresa também cita novas rotas Brasil-Europa, como Curitiba e São Luís a Lisboa via Tap, para este ano.
A Motiva Aeroportos encerrou o primeiro trimestre de 2026 com crescimento de 6% no total de passageiros embarcados, frente ao mesmo período de 2025. Ao todo, passaram pelos 20 terminais sob gestão da empresa mais de 12,2 milhões de pessoas.
No Bloco Central, que inclui Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina e Imperatriz, houve alta de 12%, com mais de 2 milhões de passageiros. Já o Bloco Sul, composto por Curitiba, Foz do Iguaçu, Navegantes, Joinville, Londrina, Pelotas e Uruguaiana, registrou 7% de crescimento, acima de 3 milhões de embarques e desembarques.
O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, operado pelo BH Airport, permaneceu estável, com cerca de 3,2 milhões de passageiros de janeiro a março, mantendo o desempenho de 2025. Monique Henriques, diretora de Negócios Brasil, cita retomada do turismo e expansão da malha como fatores-chave.
Operação internacional
Entre os aeroportos fora do Brasil geridos pela Motiva, o destaque fica com o Juan Santamaría, maior terminal da Costa Rica, administrado pela Aeris. O fluxo cresceu 8%, totalizando quase 2 milhões de passageiros no trimestre.
Os Aeroportos Internacionais de Quito e Curaçao também mostraram variações positivas: 7% e 6%, respectivamente, no mesmo período. Esses resultados refletem a atuação da Motiva na expansão da conectividade regional.
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