- Países europeus discutem a criação de uma coalizão internacional para defender o estreito de Ormuz, liderados pelo presidente francês Emanuel Macron e pelo premier britânico Keir Starmer, em um encontro com 50 países.
- Entre as autoridades presentes estavam a premiê italiana Giorgia Meloni e o chanceler alemão Friedrich Merz; líderes da Ásia e do Oriente Médio acompanharam remotamente.
- O debate abordou soluções para garantir a liberdade de navegação no estreito de Ormuz após o anúncio da liberação da passagem.
- Não houve acordo sobre a participação dos Estados Unidos; a Alemanha defende a presença norte-americana, while a França prefere uma missão apenas com países fora da guerra.
- A reunião deve servir como base para o planejamento militar, com nova rodada prevista para a próxima semana, em Londres.
Na França, 50 países discutiram a criação de uma coalização internacional para defender o estreito de Ormuz. O encontro ocorreu em meio a tensões sobre navegação na região e contou com a participação de líderes europeus.
Ao todo, presidiram as negociações o presidente francês Emmanuel Macron e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer. Também participaram a premiê italiana Giorgia Meloni e o chanceler alemão Friedrich Merz, além de autoridades de Ásia e do Oriente Médio que acompanharam remotamente.
Segundo fontes da reunião, o objetivo é assegurar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz e evitar novos bloqueios. As discussões não definiram a participação dos EUA, com Alemanha defendendo presença americana e França defendendo uma missão de países não envolvidos em guerras.
Propostas e posição dos países
A Alemanha reforça a necessidade da participação dos Estados Unidos na coalizão. A França defende que a missão seja formada apenas por nações externas a conflitos, para reduzir riscos. As discussões servem como base para planejamento militar e devem seguir com nova reunião já na próxima semana, em Londres.
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