- O Peru reforçará patrulhas na fronteira sul, com mobilização de mais de cem policiais, viaturas, quadriciclos, drones e 10 torres de iluminação, visando impedir entrada não autorizada na região de Tacna.
- As operações serão feitas com monitoramento em tempo real e apoio de equipe especializada para zonas de difícil acesso, em regime de alerta máximo.
- Conforme o governo, não houve aumento incomum no fluxo migratório desde o início das expulsões no Chile; a vigilância permanece firme.
- O Chile começou a expulsões de imigrantes irregulares na quinta-feira, enviando 40 pessoas para Bolívia, Equador e Colômbia; entre eles houve 19 colombianos, 17 bolivianos e 4 equatorianos.
- O governo chileno diz que as expulsões serão frequentes e que buscará ampliar fiscalizações, além de enviar leis ao Congresso para tornar a imigração irregular crime e criar mecanismo de saída voluntária.
O Peru reforçará a vigilância na fronteira ao sul para evitar a entrada não autorizada de estrangeiros. A medida envolve o Ministério do Interior e foi anunciada após o Chile iniciar voos de deportação de imigrantes irregulares na quinta-feira, 16. A ação peruana busca responder aos impactos das políticas migratórias chilenas.
As autoridades informam que o reforço mobilizará mais de cem policiais, uma frota de veículos e o uso de drones e torres de iluminação. As patrulhas ocorrerão na região de Tacna, com apoio de equipes especializadas para monitoramento em áreas de difícil acesso.
Reforço peruano na fronteira
Segundo o governo, as operações de vigilância seguirão em alerta máximo, para evitar rotas não habilitadas e entradas irregularizadas. As patrulhas contarão com viaturas, quadriciclos e motos, além de monitoramento em tempo real por drones.
Apesar do aumento de recursos, não houve registro de crescimento incomum no fluxo migratório desde o início das expulsões chilenas, conforme fontes oficiais. A autoridade reiterou que a vigilância permanece firme e permanente.
Expulsões no Chile começam
No dia 16, o presidente chileno, José Antonio Kast, deu início às expulsões de imigrantes irregulares, cumprindo promessa de campanha. O primeiro voo de deportação levou 40 estrangeiros a Bolívia, Equador e Colômbia.
Entre os expulsos, 19 eram colombianos, 17 bolivianos e 4 equatorianos. O ministério do Interior do Chile informou que 30 dos deportados tinham antecedentes ou envolvimento com condutas de alta gravidade.
O Palácio de La Moneda anunciou que as expulsões deverão ocorrer com maior frequência, por via aérea ou terrestre. Além disso, o governo chileno pretende ampliar fiscalizações e divulgar, a cada duas semanas, informações sobre as pessoas expulsas.
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