- Trump afirmou, em redes sociais, que Israel não bombardeará mais o Líbano, após cessar-fogo de dez dias mediado pelos EUA.
- O acordo de cessar-fogo entre Israel e Líbano foi assinado na quinta-feira, com mediação dos Estados Unidos.
- O ministro iraniano Abbas Araghchi anunciou a reabertura do Estreito de Ormuz pelo restante do cessar-fogo, permitindo a passagem de navios comerciais.
- Trump informou que o bloqueio naval dos EUA no Mar Arábico permanece até o fim das negociações diplomáticas.
- O Líbano registrou 2.196 mortes desde 2 de março, com ataques do Hezbollah também atingindo território israelense.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que Israel não bombardeará mais o Líbano. A declaração ocorreu dois dias após a assinatura de um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano, mediado pelos EUA. Segundo Trump, a medida atende ao acordo e impede ações militares adicionais.
Ainda nesta sexta, o ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, anunciou a reabertura do Estreito de Ormuz pelo período do cessar-fogo. Ele disse que a passagem de navios comerciais está totalmente aberta durante o intervalo acordado.
Trump informou que os EUA manterão o bloqueio naval no Mar Arábico contra embarcações com vínculos com portos iranianos até que as negociações diplomáticas avancem para encerrar a guerra na região. Ele afirmou que o governo tratará o Líbano e a atuação do Hezbollah de forma apropriada.
Dados do Ministério da Saúde do Líbano apontam 2.196 mortes desde 2 de março em ataques que seguem no país. O Hezbollah também realizou ações contra território israelense nesse mesmo período. Autoridades divulgam contornos de violência e deslocamentos registrados nas últimas semanas.
Contexto regional
A reabertura do Estreito de Ormuz é apresentada como facilitadora do tráfego marítimo comercial durante o cessar-fogo, que envolve atores regionais estratégicos. Acompanhamento internacional permanece vigilante quanto ao cumprimento do acordo e à escalada de hostilidades.
Desdobramentos diplomáticos
Na prática, o cessar-fogo depende de negociações entre as partes e de garantias de que não haverá novas ações militares. Observadores destacam a importância de manter canais abertos para evitar reedição de confrontos e ampliar espaço para diálogo.
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