- Trump informou que Israel e Líbano firmaram um cessar-fogo de dez dias, começando na quinta-feira, 16, às 18h, no horário de Brasília.
- O anúncio foi feito pelo presidente dos Estados Unidos na rede Truth Social, após conversas com Joseph Aoun, presidente do Líbano, e Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel.
- Em Israel, a repercussão foi vista como surpresa pelas autoridades locais.
- O professor israelense-brasileiro Miguel Nicolaevsky disse que o cessar-fogo visa fortalecer a posição dos EUA no cenário internacional e abrir caminho para futuras operações contra bases do Hezbollah no território libanês.
- Nicolaevsky destacou que o cessar-fogo não significa acordo de paz e citou o Irã como parte do contexto, lembrando que o país figura entre os dez que mais perseguem cristãos, segundo a Portas Abertas em 2026.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um cessar-fogo entre Israel e Líbano válido por dez dias, iniciado nesta quinta-feira (16) às 18h no horário de Brasília. O acordo foi divulgado pela Casa Branca após contatos com autoridades regionais.
Trump afirmou, em publicação na rede Truth Social, que a trégua foi alcançada com a participação do presidente do Líbano, Joseph Aoun, e do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A repercussão na oposição israelense foi descrita por analistas como surpresa.
Segundo o professor israelense-brasileiro Miguel Nicolaevsky, o anúncio surpreendeu autoridades em Israel. Ele afirma que o cessar-fogo busca fortalecer a posição dos Estados Unidos no cenário internacional e abrir espaço para ações contra bases do Hezbollah no território libanês.
Nicolaevsky ressalta que o acordo não implica paz entre as partes. O especialista lembra que o conflito entre Israel e o Hezbollah teve início após ataques do grupo em apoio ao Irã, que figura entre as dez maiores perseguidoras de cristãos, segundo a Portas Abertas.
Para além do conflito regional, o debate sobre riscos de expansão da violência é tema de análise entre especialistas. A possibilidade de repercussões mais amplas é citada por quem acompanha a dinâmica entre Hezbollah, Irã e atores internacionais.
A Portas Abertas destaca ainda que comunidades cristãs em áreas de maioria muçulmana têm sido alvo de violência nos últimos anos, evidenciando tensões religiosas em determinadas regiões.
Silas Anastácio, fundador do Ministério Davar, é mencionado como figura de apoio aos temas ligados ao Estado de Israel. O texto em que se baseia a notícia apresenta informações de colaboradores voluntários e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.
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