- Na manhã desta sexta-feira, um atirador russo invadiu um supermercado em Kharkiv, na Ucrânia, e matou seis pessoas, incluindo uma criança de 10 anos.
- Segundo testemunhas, o suspeito entrou armado e começou a atirar contra clientes e funcionários; a polícia local o neutralizou.
- O governador da região, Oleg Sinegubov, confirmou as mortes e informou que outras duas pessoas ficaram feridas.
- O atirador foi identificado como soldado russo que desertou do exército; a motivação é investigada e pode incluir ligação com extremismo ou motivos pessoais.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou o ataque e pediu apoio internacional no combate ao terrorismo e na melhoria da segurança em locais públicos.
Na manhã desta sexta-feira, 19, um atirador invadiu um supermercado na cidade de Kharkiv, na Ucrânia, e matou seis pessoas, entre elas uma criança. O ataque ocorreu durante o horário comercial e houve disparos dentro do estabelecimento.
A polícia local deteve o suspeito, identificado como soldado russo desertor. O incidente mobilizou equipes de segurança que contiveram o atirador rapidamente. Além das vítimas fatais, duas pessoas ficaram feridas.
O governador da região, Oleg Sinegubov, confirmou as mortes e informou que as vítimas incluem um idoso, uma mulher e uma criança de 10 anos. O motivo do ataque ainda está sendo apurado pelas autoridades.
Investigação em curso
As autoridades trabalham para verificar se o atirador possuía vínculos com grupos extremistas ou agiu por motivos pessoais. A situação em Kharkiv segue tensa devido ao conflito entre Rússia e Ucrânia, que já dura mais de ano e meio.
O governo ucraniano pediu apoio internacional no combate ao terrorismo e reforçou a necessidade de medidas de segurança em locais públicos. As investigações continuam para esclarecer a motivação e eventuais conexões do agressor.
Contexto e desdobramentos
A imprensa local destaca a escalada de incidentes violentos em meio ao conflito na região. As autoridades reiteram o compromisso com a proteção da população e com a cooperação entre forças de segurança para prevenir novos ataques.
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