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Brasil, México e Espanha cobram respeito à soberania de Cuba

Brasil, México e Espanha pedem respeito à soberania de Cuba e ampliam assistência humanitária, defendendo diálogo conforme o direito internacional

Bandeiras de Cuba desfilam nas ruas de Havana
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  • Brasil, México e Espanha emitiram uma declaração conjunta pedindo respeito à soberania de Cuba e a ampliação da assistência humanitária ao país.
  • O documento foi divulgado durante o encontro de líderes progressistas em Barcelona, e assinado pela presidente do Brasil, pela primeira-ministra da Espanha e pelo presidente do Brasil.
  • A nota reforça a necessidade de diálogo sincero, respeitoso e em conformidade com o direito internacional e com a Carta das Nações Unidas.
  • O Itamaraty afirmou a preocupação com a grave crise humanitária em Cuba e o compromisso de intensificar a resposta humanitária coordenada.
  • Em Barcelona, Lula criticou guerras e o papel do Conselho de Segurança da ONU, destacando a importância de evitar ameaças e ações militares.

Os governos do Brasil, México e Espanha divulgaram uma declaração conjunta neste sábado, 18, cobrando o respeito à soberania de Cuba e anunciando reforço à assistência humanitária ao país. O documento foi assinado pelos chefes de governo durante um encontro de lideranças progressistas em Barcelona, Espanha.

A nota enfatiza a importância do diálogo “sincero, respeitoso” e em conformidade com o direito internacional para que Cuba supere a crise atual. O Itamaraty informou que os três países reconhecem a necessidade de cooperação humanitária coordenada para aliviar o sofrimento da população cubana.

Segundo o texto, Brasil, México e Espanha defendem o respeito à integridade territorial e à solução pacífica de controvérsias, conforme a Carta das Nações Unidas. Os signatários se comprometeram a ampliar a resposta humanitária e a apoiar vias que evitem agravamento da situação cubana.

Contexto internacional

Durante a agenda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez observações sobre política externa, destacando a rejeição a intervenções militares e ações que ameaçam a paz. Lula criticou restrições a Cuba e cobrou maior responsabilidade da comunidade internacional.

O presidente avaliou que atitudes de governos que ameaçam outra nação pela via das redes sociais ou por meio de pressões não contribuem para a estabilidade global. O tema foi apresentado em discurso durante o evento de Barcelona, que reuniu líderes progressistas.

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