- Ainda neste sábado, navios tentando atravessar o estreito de Ormuz foram impedidos de seguir viagem, com disparos em pelo menos dois casos.
- Segundo a UKMTO, um petroleiro foi abordado por duas lanchas do IRGC que atiraram sem aviso; não houve feridos e a tripulação está segura.
- Em outro alerta, um navio porta-contêineres foi atingido por projétil não identificado, causando danos à carga, sem incêndio ou dano ambiental.
- Os episódios ocorreram a cerca de 20 a 25 milhas náuticas da costa de Omã, enquanto autoridades investigam os dois incidentes e há mensagens de fechamento da passagem.
- O estreito de Ormuz é rota estratégica, respondendo por cerca de 20% do petróleo e do GNL utilizados mundialmente, com centenas de navios e cerca de 20.000 tripulantes aguardando autorização para atravessar.
Navios comerciais que cruzavam o estreito de Ormuz foram impedidos de seguir viagem neste sábado, 18 de abril de 2026, segundo relatos de segurança marítima e a agência Reuters. Em pelo menos dois casos, disparos atingiram embarcações. As operações de travessia foram interrompidas por ordem de fechamento da rota, sem confirmação de feridos até o momento.
Relatos indicam que navios no trecho entre as ilhas de Qeshm e Larak foram alvejados por forças iranianas, levando comandantes a recuar. A UKMTO, autoridade britânica de monitoramento, registrou dois incidentes ocorridos na costa nordeste de Omã. Em um caso, lanchas armadas do IRGC abordaram um petroleiro e abriram fogo sem aviso por rádio; não houve feridos, segundo autoridades.
Em outro alerta da UKMTO, um porta-contêineres foi atingido por um projétil não identificado, causando danos em parte da carga. Não houve incêndio nem impacto ambiental reportados. Investigações estão em andamento, com os eventos situados a cerca de 20 a 25 milhas náuticas da costa de Omã.
Mensagens de rádio atribuídas à Marinha iraniana também disseram que a passagem estaria novamente fechada, com instrução para que navios de qualquer nacionalidade não atravessassem o estreito. A interdição ocorre após um aviso anterior de retomada limitada, sob controle de Teerã.
O estreito de Ormuz é uma rota estratégica que escoa cerca de 20% do petróleo e do GNL consumidos mundialmente. A situação recente mantém centenas de navios e cerca de 20.000 tripulantes retidos no Golfo, aguardando autorização para atravessar o corredor marítimo.
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