- Irã anunciou neste sábado, 18 de abril, que fechou novamente o Estreito de Ormuz.
- A medida ocorre poucas horas após a reabertura da via e como resposta ao bloqueio dos portos iranianos pelos EUA.
- O comando central das Forças Armadas iranianas disse ter aceitado de boa-fé permitir a passagem de um número limitado de petroleiros e navios comerciais, mas acusa os EUA de pirataria amparada no bloqueio.
- O comunicado afirma que a passagem volta ao estado anterior e fica sob o controle rigoroso do Irã.
- Segundo o Comando Central dos Estados Unidos, desde o início do bloqueio, 23 navios deram meia-volta; as informações são da AFP.
O Irã informou neste sábado 18/4 que fechou novamente o Estreito de Ormuz, poucas horas após ter reaberto a passagem. A medida ocorreu em resposta à decisão dos Estados Unidos de manter o bloqueio aos portos iranianos, segundo o comando central das Forças Armadas do país.
O comunicado iraniano afirma que autorizou, de boa-fé, a passagem de um número limitado de petroleiros e navios comerciais, mas acusa Washington de atuar como pirataria por manter o bloqueio. A nota indica que a situação retornou ao estado anterior e que a passagem estratégica passa a ficar sob controle estrito do Irã.
De acordo com o Comando Central dos Estados Unidos, até o momento em que o bloqueio foi retomado, 23 navios já desocuparam a área após cumprir as ordens. O órgão americano descreve um bloqueio marítimo que atinge navios que entram ou saem de portos e áreas costeiras no entorno do Irã.
Desdobramentos e contexto
As informações sobre a situação foram divulgadas com o objetivo de detalhar o que mudou no controle da passagem e como isso impacta o tráfego marítimo na região. O tema continua em monitoramento internacional, com negociações e declarações de ambos os lados acompanhadas por outras nações interessadas na estabilidade do estreito.
Com informações da AFP
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