- María Corina Machado reuniu uma multidão na praça Puerta del Sol, em Madri, defendendo o retorno e a reconstrução da Venezuela e solicitando eleições.
- Ela afirmou que venezuelanos no exterior devem se preparar para o “dia do reencontro e da reconstrução” do país, destacando a Espanha entre os destinos da diáspora.
- Machado recusou encontro com o primeiro-ministro Pedro Sánchez, dizendo que a reunião não seria adequada devido a uma cúpula de líderes progressistas em Barcelona.
- Em coletiva, a líder afirmou manter diálogo com os Estados Unidos e que discute a volta à Venezuela com apoio americano, citando Donald Trump de forma favorável.
- Ela comentou críticas ao presidente colombiano Gustavo Petro e ao governo venezuelano, dizendo que Delcy Rodríguez e seu grupo representam caos, violência e terrorismo.
Na tarde de sábado, 18 de abril de 2026, María Corina Machado reuniu apoiadores na praça Puerta del Sol, em Madri. A líder da oposição venezuelana defendeu a reconstrução do país e pediu aos venezuelanos no exterior que se preparem para o retorno e o reencontro nacional.
Durante o evento, a expectativa entre a comunidade venezuelana foi pela celebração de eleições, conforme relato de participantes. Machado enfatizou a necessidade de uma nação livre, citando os longos anos de governo de Chávez e Maduro como marco de preparação para o futuro.
Machado recusou encontro com o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez, alegando incompatibilidade com a agenda de uma cúpula de líderes progressistas em Barcelona. Sánchez manifestou disponibilidade para um encontro, ressaltando a importância de um processo democrático sem interferências externas.
Em coletiva na Espanha, a líder disse não se arrepender de ter apresentado seu Prêmio Nobel da Paz aos EUA, afirmando que Donald Trump foi quem agiu em defesa da liberdade venezuelana. Mantém, ainda, diálogo com governos norte-americano para discutir retorno ao país.
Sobre a política regional, Machado criticou a proposta de Gustavo Petro de um governo de cooptação na Venezuela, alegando tentativa de obstruir o processo eleitoral. Também ataca o atual governo venezuelano, associando Delcy Rodríguez a cenários de instabilidade.
A visita ocorre em meio a tensão entre posições oposicionistas e governistas na Venezuela, com Machado buscando apoio internacional para viabilizar mudanças políticas. O relato é baseado na cobertura do Poder360, com foco em fatos observados durante a visita.
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