- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que, se o cessar-fogo no estreito de Ormuz fracassar, pode voltar a bombardear o Irã, e que o bloqueio aos navios iranianos continua.
- Trump falou durante coletiva na Casa Branca, ressaltando que prefere a solução diplomática, mas está pronto para agir se necessário.
- O bloqueio ocorreu após o Irã interceptar uma embarcação americana na semana passada, aumentando as tensões na região.
- O Irã afirmou que protegerá seus interesses e não permitirá que os Estados Unidos controlem a rota marítima do estreito de Ormuz.
- A comunidade internacional acompanha a situação, com pressão da União Europeia e da Organização das Nações Unidas por diálogo; o secretário de Estado americano, Antony Blinken, disse estar aberto ao diálogo, mas não tolera ameaças ou ações unilaterais.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que pode retomar ataques ao Irã caso o acordo de cessar-fogo no estreito de Ormuz não seja cumprido. Segundo ele, o bloqueio aos navios iranianos na região continuará, mesmo diante de tentativas diplomáticas.
A declaração ocorreu durante coletiva de imprensa na Casa Branca. O bloqueio foi implementado após o Irã interceptar uma embarcação americana na semana anterior, aumentando a tensão entre as duas nações e elevando o risco de escalada.
O Irã afirmou que continuará protegendo seus interesses na região e que não permitirá que os Estados Unidos controlem a rota marítima. O governo iraniano ressaltou que o estreito de Ormuz é uma passagem internacional e que o país tem direito de defender suas fronteiras.
O Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse que o governo americano está aberto a negociações, desde que haja respeito mútuo e evita-se ações unilaterais. Ele enfatizou que Washington está preparado para dialogar, mas manterá a capacidade de agir se for necessário.
Especialistas e governos da região acompanham o desenrolar com preocupação, devido ao potencial impacto sobre o fornecimento de petróleo e a estabilidade global. A comunidade internacional tem pedido diálogo para evitar uma escalada militar.
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