- Em Manipur, a violência gerou dias de instabilidade, com o estado completando seis dias consecutivos de protestos até 13 de abril de 2026.
- Autoridades prolongaram o bloqueio de internet e o toque de recolher até 15 de abril, mantendo o policiamento reforçado em áreas sensíveis.
- Cristãos meitei relatam impedimentos para reunir-se em cultos presenciais e encontros online devido às restrições de circulação e ao acesso à internet.
- Milhares de famílias seguem em campos de deslocados, enfrentando condições precárias, perda de renda e violência contínua entre comunidades.
- A crise ocorre em meio à Lista Mundial da Perseguição 2026, na qual a Índia aparece entre os países com maior hostilidade religiosa.
Manipur vive mais dias de violência e protestos. Em 13 de abril de 2026, o estado registrou seis dias seguidos de manifestações. Autoridades ampliaram o bloqueio de internet e o toque de recolher até 15 de abril, reforçando a presença policial em áreas sensíveis.
A tensão permanece elevada após o surgimento de confrontos e mortes de civis, incluindo crianças. As autoridades continuam com medidas de segurança, enquanto a população enfrenta restrições de circulação para aquisição de itens básicos.
Deslocamento e restrições à fé
Grupos cristãos da etnia meitei relatam impedimentos para cultos presenciais e atividades online devido ao bloqueio de redes. A situação dificulta encontros, cultos e práticas religiosas, em meio a um clima de medo e hostilidade entre comunidades.
Impacto sobre cristãos em Manipur
Entre os afetados estão cristãos que sofrem violência, discriminação e perdas de renda. Pastores relatam que muitos precisam buscar trabalhos informais para sustentar as famílias, com a fé atingida pela instabilidade.
Contexto regional e alcance nacional
A crise em Manipur ocorre dentro de um panorama maior de perseguição a cristãos na Índia, com o país entre os mais afetados segundo a Lista Mundial da Perseguição. A condição de liberdade religiosa enfrenta restrições agravadas por tensões étnicas e religiosas.
Desafios para a assistência e o retorno
Milhares permanecem em campos de deslocados, com condições sanitárias precárias e assistência governamental insuficiente. Mesmo após anos, ainda não há perspectiva clara de retorno às casas, agravando vulnerabilidade econômica e social.
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