- Trump ameaça atingir todas as usinas de energia e pontes do Irã caso não aceite o acordo, enquanto negociadores retornam ao Paquistão para nova rodada em Islamabad.
- O presidente acusa o Irã de violar o cessar-fogo ao disparar contra navios perto do estreito de Hormuz.
- Os Estados Unidos continuam o bloqueio aos portos iranianos; o Irã diz que o bloqueio deve terminar antes da reabertura do estreito.
- As negociações concentram-se na reabertura plena do estreito de Hormuz e na restrição do acesso do Irã a armas nucleares.
- Em Angola, o Papa Leão XIV descreve o cessar-fogo entre Israel e Líbano como uma “razão de esperança” e critica o confronto envolvendo EUA, Israel e Irã.
Donald Trump afirmou, neste domingo, que pode atingir infraestrutura estratégica do Irã caso não aceite um acordo com os EUA, em meio a negociações que retornam a Islamabad para uma nova rodada. O alerta veio dias antes do fim de um cessar-fogo frágil, com as partes buscando reabrir o estreito de Hormuz e evitar a proliferação nuclear.
O governo americano mantém o bloqueio naval contra portos iranianos, considerado por Teerã uma violação do cessar-fogo. O Irã, por sua vez, informou que a reabertura do estreito depende do fim do bloqueio anterior. O objetivo das conversas é garantir livre tráfego pelo estreito, essencial para o comércio global de petróleo.
Trump não informou quem participará da rodada de negociações em Islamabad. Até o momento, o foco das conversas tem sido a reabertura do estreito de Hormuz e o acesso do Irã a armas nucleares, com a comunidade internacional atenta aos desdobramentos.
Papa Leão XIV celebra cessar-fogo entre Israel e Líbano
Durante uma missa em Kilamba, na Angola, o Papa Leão XIV elogiou o cessar-fogo entre Israel e o grupo Hezbollah, apoia-do pelo Irã. Acompanhando uma peregrinação de quatro nações pela África, o Pontífice destacou a pausa temporária nos confrontos como motivo de esperança.
O Papa, natural dos Estados Unidos, criticou a escalada da região nas semanas recentes, segundo relatos da ocasião. A visita faz parte de uma viagem pastoral que mobiliza fiéis em Angola, onde a audiência acompanhou a cerimônia religiosa.
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