- O Estreito de Hormuz foi novamente fechado, mantendo a rota de comércio marítimo bloqueada até que os EUA retirem o bloqueio imposto aos portos iranianos.
- O governo iraniano disse que está revisando novas propostas dos Estados Unidos, mas ainda não houve resposta e as negociações não estão próximas de um acordo.
- O porta-voz do parlamento iraniano comentou que houve progresso nas tratativas, mas as partes continuam “distantes” de um acordo de paz.
- Dois drones iranianos abriram fogo contra um petroleiro no estreito, e outros navios também relataram ataques com projéteis não identificados.
- O comando militar dos Estados Unidos afirmou ter forçado 23 navios a se desviarem ou retornarem ao longo da área desde o início do bloqueio.
O Estreito de Hormuz permanece fechado, segundo a Guarda Revolucionária do Irã, após uma breve abertura na sexta-feira. O Irã condiciona a liberação ao fim do bloqueio dos portos iranianos pelos EUA.
A liderança iraniana afirma que o julgamento de novas propostas dos EUA está em curso, com a revisão ainda sem resposta oficial de Teerã. Em paralelo, o presidente dos EUA, Donald Trump, insiste em conversas abertas, mas avisa que não será coagido sobre o fechamento do estreito.
Ao mesmo tempo, a Marinha dos EUA informa que obrigou 23 navios a retornarem ou a desviarem trajetórias desde o início do bloqueio. Pequenas escaladas haviam ocorrido com tiros de barcos iranianos contra um petroleiro e um carregadeiro na área.
Situação no Estreito
Relatos da UK Maritime Trade Operations apontam ataques a um petroleiro e a um contêiner próximo ao litoral de Omã, marcando o primeiro episódio de violência na região em mais de dez dias. Dois navios com bandeira indiana também foram citados em incidentes.
Diálogo EUA-Irã
Ghalibaf, chefe da Assembleia Nacional do Irã, indicou avanços nas negociações, mas destacou que ainda estão longe de um acordo definitivo. Em Washington, representantes de altos cargos trabalham em propostas que, segundo Teerã, ainda precisam de avaliação.
Desdobramentos na região
O clima tenso envolve vários países da região. O presidente francês, Emmanuel Macron, confirmou a morte de um soldado de uma missão de paz no Líbano, com o Hezbollah negando envolvimento. O IDF informou ter estabelecido perímetro de segurança no sul do Líbano e atingido alvos considerados terroristas.
Continuamos acompanhando os desdobramentos com atualizações sobre as movimentações no Estreito, as respostas militares e as negociações diplomáticas entre Washington e Teerã.
Entre na conversa da comunidade