- O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, afirma que não cogita deixar o cargo antes das eleições de novembro.
- Pesquisas de opinião indicam queda de apoio a Luxon e ao Partido Nacional.
- O apoio ao Partido Nacional caiu para 30%, menor nível desde novembro de 2021, segundo pesquisa One News/Verian publicada no final do domingo.
- O Partido Trabalhista de oposição aparece 7 pontos percentuais à frente do Nacional.
- Mesmo com parceiros de coalizão, o Nacional não conseguiria obter a maioria no parlamento.
O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, afirmou não considerar deixar o cargo antes das eleições de novembro, em declarações públicas feitas nesta segunda-feira. Ele mantém a posição mesmo diante de quedas de popularidade.
A última pesquisa One News/Verian mostra apoio ao governo em queda, chegando a 30% de aprovação, o nível mais baixo desde que Luxon assumiu a liderança em novembro de 2021. Os números reforçam um cenário desafiador para o premiê.
Mesmo com coalizões, o Partido Nacional se manteria sem maioria no parlamento, ficando 7 pontos atrás do Partido Trabalhista, principal oponente. Os resultados elevam a pressão sobre a estratégia eleitoral da legenda.
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