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Presidente da Colômbia anuncia processo contra presidente do Equador por calúnia

Petro anuncia ação penal contra Noboa por calúnia, aprofundando crise diplomática e guerra comercial entre Colômbia e Equador

‘Decidi processar criminalmente o presidente Noboa por sua calúnia’, escreveu Petro em rede social Foto: Oscar del Pozo/AFP
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  • O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que moverá uma ação penal contra o presidente do Equador, Daniel Noboa, por calúnia.
  • Noboa afirmou à revista Semana, sem apresentar provas, que Petro se reuniu com membros da Revolución Ciudadana e que alguns teriam ligações com Fito.
  • Fito, líder de Los Choneros, foi extraditado para os Estados Unidos no ano passado por tráfico de drogas e armas.
  • Petro disse, em X, que Noboa deu ordem para que o exército equatoriano o protegesse em Manta, cidade onde esteve em maio passado para a posse de Noboa.
  • A Revolución Ciudadana, liderada por Rafael Correa, é apontada como a maior oposição a Noboa.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou neste domingo 19 que moverá uma ação penal contra o presidente do Equador, Daniel Noboa, por calúnia. A declaração ocorre após Noboa afirmar, sem provas, que Petro tem vínculos com uma facção criminosa.

Noboa fez a acusação em entrevista à revista Semana, publicada no sábado 18, citando ligações entre Petro e membros da Revolución Ciudadana, que teria vínculos com o principal líder criminoso Adolfo Macías, conhecido como Fito.

Macías era líder da organização Los Choneros e foi extraditado para os EUA no ano passado por tráfico de drogas e armas. A crítica de Noboa intensifica a crise entre os dois países, já marcada por tensões comerciais.

Petro negou conhecer o líder criminoso anteriormente e afirmou, no X, que Noboa deu a ordem para que o Exército equatoriano o protegesse em Manta, durante a posse de Noboa no segundo mandato, em maio do ano passado.

A Revolución Ciudadana, movimento de Rafael Correa, aparece como oposição relevante a Noboa e é citada como força política opositora ao atual governo equatoriano. A disputa envolve sobretudo o âmbito diplomático e comercial.

Desde o começo deste ano, os dois países enfrentam atritos em um cenário de guerra comercial, com impactos ainda não detalhados para setores de comércio e cooperação regional. O desenrolar ficará sob observação internacional.

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