- Em Kiev, um homem abriu fogo na rua, matou quatro pessoas, invadiu um supermercado e deixou mais duas vítimas, totalizando seis mortes e quinze feridos.
- O atirador, de 58 anos, nascido em Moscou, morreu pela polícia; o caso é tratado como terrorismo.
- O crime durou cerca de quarenta minutos, até a entrada de forças especiais no Velmart, quando o atirador respondeu aos agentes.
- Três pessoas ficaram feridas no local e foram atendidas; entre os feridos está um menino de 2015, cujo estado não foi detalhado pela authorities.
- O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que quatro reféns foram resgatados e destacou que as investigações buscam entender as motivações e o histórico do agressor.
O ataque ocorreu em Kiev, na Ucrânia, neste sábado (18). Ao menos seis civis morreram e outras 15 ficaram feridas após um homem abrir fogo em uma rua do distrito de Holosiivskyi e depois invadir um supermercado Velmart, onde fez reféns. A polícia informou que o ataque foi considerado terrorismo.
O atirador, que foi morto pela polícia no local, tinha 58 anos e era nascido em Moscou. As autoridades afirmaram que o crime está em apuração de motivação e circunstancias, com tiroteio ainda sendo investigado pela manhã. Tiroteios em massa são raros na Ucrânia.
De acordo com o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, nove pessoas receberam atendimento médico no local e seis pacientes foram encaminhados a hospitais. Um menino de 10 anos estava entre os feridos, com a mãe em estado grave. O apartamento do atirador foi incendiado pouco depois do ataque.
Desdobramentos da atuação policial
Uma negociadora de reféns relatou à Reuters que o homem permanece no supermercado durante a intervenção, sem apresentar exigências. Após cerca de 40 minutos sem resposta, forças especiais invadiram o estabelecimento e o atirador reagiu atirando contra os agentes, que revidaram e o mataram.
O chefe da Polícia Nacional, Ivan Vyhivskyi, informou que há apuração sobre a conduta policial, após a divulgação de vídeos que mostram oficiais fugindo do local. Os agentes envolvidos foram suspensos enquanto a investigação avança.
Zelensky afirmou que quatro reféns foram resgatados com sucesso. O presidente destacou que as autoridades analisam todas as possibilidades para entender por que o agressor cometeu os atos e quais circunstâncias o cercavam.
O ministro do Interior, Ihor Klymenko, confirmou a atuação das unidades especiais e destacou que várias hipóteses serão consideradas para explicar o crime. O caso permaneceu sob investigação com cooperação entre diferentes órgãos da seguridad pública.
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