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Acordos de Isaac: Milei e Netanyahu firmam compromisso

Argentina e Israel firmam os Acordos de Isaac em Jerusalém, ampliando cooperação em segurança, comércio e inovação com foco na América Latina

Milei e Netanyahu assinam Acordos de Isaac. (Foto: Kobi Gideon/GPO)
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  • Milei e Netanyahu anunciaram, em 19 de abril, em Jerusalém, os chamados Acordos de Isaac, inspirados nos Acordos de Abraão e com foco na América Latina.
  • A iniciativa pretende fortalecer a cooperação entre Israel e países do Hemisfério Ocidental em áreas como segurança, inteligência artificial, comércio, inovação e cooperação política, além de ampliar laços econômicos e tecnológicos.
  • Os acordos foram apresentados durante a visita oficial de Milei a Israel, que incluiu assinaturas de entendimentos bilaterais e passagem pelo Muro das Lamentações.
  • O primeiro ministro afirmou que mudanças políticas na América do Sul representam a “aliança da liberdade” e convidou a aplicar o modelo Abraão no contexto latino-americano; Milei classificou o marco como histórico.
  • O projeto também visa defender a liberdade, a democracia e combater terrorismo, antissemitismo e narcotráfico, e prevê voos diretos entre Tel Aviv e Buenos Aires.

O presidente da Argentina, Javier Milei, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciaram em 19 de abril, em Jerusalém, os chamados Acordos de Isaac. A iniciativa segue o modelo dos Acordos de Abraão, com foco em cooperação entre Israel e nações latino‑americanos alinhadas a valores defendidos pelos signatários.

Segundo veículos internacionais, os Acordos de Isaac visam ampliar a cooperação em áreas como segurança, inteligência artificial, comércio, inovação e participação em fóruns internacionais. O acordo também prevê fortalecimento de laços econômicos e tecnológicos entre Argentina e Israel, em meio a uma aproximação bilateral expressiva.

A assinatura ocorreu durante a visita oficial de Milei a Israel, que incluiu reuniões diplomáticas, assinatura de entendimentos bilaterais e visita ao Muro das Lamentações. Milei descreveu o movimento como um marco histórico para as nações envolvidas.

Contexto dos acordos anteriores

Os Acordos de Abraão foram firmados originalmente em 2020 entre Israel, Emirados Árabes Unidos e Bahrein, com mediação dos Estados Unidos. Posteriormente, Marrocos e Sudão aderiram ao processo, ampliando o bloco de normalização. A nova iniciativa busca replicar esse modelo com foco na América Latina.

Implicações regionais e projeções

Netanyahu destacou mudanças políticas na América do Sul como retorno à chamada aliança da liberdade, com apoio norte‑americano. Milei tem enfatizado uma política externa próxima a Washington e Jerusalém, ampliando a cooperação bilateralis entre Buenos Aires e Jerusalém.

Voos diretos e próximos passos

Entre as ações anunciadas estão planos para voos diretos entre Tel Aviv e Buenos Aires, visando ampliar conectividade, comércio e turismo. Também houve acordo para intensificar a cooperação em tecnologia, defesa e cooperação política em foros internacionais.

Os Acordos de Isaac foram apresentados como um nutrimento para a liberdade, a democracia e o combate ao terrorismo, ao antissemitismo e ao narcotráfico, segundo declarações conjuntas dos governos envolvidos.

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